Cortes na saúde eram "esperados" com fim do PRR. Mas a questão mantém-se: "Que garantidas temos que aquilo que é dito este ano vai ser cumprido no próximo?"
A despesa consolidada da Saúde deverá cair 1,5% em 2027, para 17.858 milhões de euros, mas a descida era previsível e resulta em grande medida do fim do Plano de Recuperação e Resiliência (PRR).
Ainda assim, o próximo Orçamento prevê menos dinheiro para investimento e para a aquisição de bens e serviços, rubrica que inclui medicamentos e contratação de serviços.
Economista alerta que, mais do que o valor do corte, importa perceber se o financiamento previsto será suficiente para cumprir as metas anunciadas para o Serviço Nacional de Saúde
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