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As reações dos eurodeputados portugueses ao discurso de von der Leyen

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As reações dos eurodeputados portugueses ao discurso de von der Leyen

De elogios ao pragmatismo e ao alinhamento com a realidade atual em que vive a Europa, a críticas ao peso da componente militar e até à vertente proibicionista tendo em conta a proposta em matéria do acesso de menores às redes sociais, os eurodeputados portugueses dividiram-se nas opiniões relativamente ao discurso sobre o Estado da União proferido na manhã desta quarta-feira pela presidente da Comissão Europeia.

PSD e PS veem com bons olhos proibição do acesso de menores às redes sociais A eurodeputada Lídia Pereira (PSD) elogiou o discurso “realista e pragmático” de Ursula von der Leyen, que pertence à mesma família política europeia dos sociais-democratas — o Partido Popular Europeu (PPE).

“Olhou para as vulnerabilidades da União Europeia, fruto do mundo incerto em que vivemos, mas também de um ponto de partida que é substancialmente melhor do que aquele que encontrávamos há uns anos”, sustentou.

Sobre a proibição dos menores até aos 13 anos de terem acesso às plataformas digitais, Lídia Pereira realçou que é uma estratégia “alinhada com muitos governos nacionais”, incluindo com o português .

Simultaneamente, destacou a presença do primeiro-ministro do Canadá no Parlamento Europeu como “um sinal político muito importante” para os Estados Unidos de que “as democracias ocidentais estão empenhadas em encontrar novos fóruns e novas formas de cooperação”.

“Creio que a presença do primeiro-ministro canadiano foi mensagem suficiente para perceber que as democracias ocidentais estão empenhadas em encontrar novos fóruns e novas formas de cooperação”, afirmou Lídia Pereira, eurodeputada social-democrata, aos jornalistas.

Parlamento Europeu 8 dezembro 2025 “Acho que a Europa não sofre falta de diagnósticos, precisamos é de perceber se temos efetivamente capacidade de execução.

Diria que nós temos maior capacidade, maior gasto na defesa, novos acordos comerciais, e eventualmente temos mais autonomia e independência energética.

Agora, temos também uma Europa que está a ser pressionada por um ambiente cada vez mais instável e, portanto, é a distância entre as duas realidades que vai ditar o trabalho deste próximo ano”, apontou, por sua vez, Ana Miguel Pedro, eurodeputada do CDS (inserido no mesmo grupo político que o PSD).

Aos jornalistas, Ana Miguel Pedro sublinhou também a “clarificação importante” da presidente da Comissão Europeia em matéria de imigração e do papel que os países da UE devem ter: “ A Europa pode aprofundar a Frontex, pode reforçar os retornos, mas os Estados-membros têm como obrigação cumprir e aplicar o pacto migratório.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

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