sexta-feira, 16 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Modelo "Suíça plus". Reino Unido poderá regressar rapidamente à União Europeia› IGAI abre processo à intervenção policial na manifestação do Porto› Homem de 33 anos detido por tráfico de droga no Funchal› França. Autorizado uso de granadas de atordoamento em protestos de sábado› Investimento de 5,9 milhões para reforçar água em Odemira› Cadela com peso de hipopótamo bebé conquista corações e ganha uma família› Líderes europeus querem manter repostas comuns a preços da energia› Proposta para suspender trotinetes em Lisboa discutida quarta-feira› "Soluções comuns". Seguro defende mais integração na Europa em áreas como habitação e energia› Moçambique vai contratar 2.920 professores e 598 profissionais de saúde› Modelo "Suíça plus". Reino Unido poderá regressar rapidamente à União Europeia› IGAI abre processo à intervenção policial na manifestação do Porto› Homem de 33 anos detido por tráfico de droga no Funchal› França. Autorizado uso de granadas de atordoamento em protestos de sábado› Investimento de 5,9 milhões para reforçar água em Odemira› Cadela com peso de hipopótamo bebé conquista corações e ganha uma família› Líderes europeus querem manter repostas comuns a preços da energia› Proposta para suspender trotinetes em Lisboa discutida quarta-feira› "Soluções comuns". Seguro defende mais integração na Europa em áreas como habitação e energia› Moçambique vai contratar 2.920 professores e 598 profissionais de saúde
Portugal

Urgências centralizadas vão ser identificadas até final de novembro

Notícias ao Minuto - País ·
Urgências centralizadas vão ser identificadas até final de novembro

“ A resposta urgente de ortopedia na região de Lisboa e Vale do Tejo será uma das matérias a considerar no processo de definição das urgências centralizadas”, adiantou hoje o ministério de Ana Paula Martins à Lusa.

A mesma fonte recordou que a atual Rede Nacional de Urgência e Emergência assenta numa arquitetura que foi definida há mais de uma década, com a classificação dos serviços de urgência consolidada em 2015.

Desde essa altura, o “Serviço Nacional de Saúde (SNS), a demografia, a distribuição dos profissionais e a própria realidade assistencial mudaram profundamente”, salientou o Ministério da Saúde (MS), adiantando que, por essas razões, o Governo decidiu rever a rede de urgências.

“Não se trata de responder casuisticamente a cada constrangimento, mas de aproveitar estes desafios para construir uma rede mais integrada, diferenciada e sustentável”, assegurou o MS, ao realçar que assim será possível que cada hospital “saiba qual é o seu papel”, com as especialidades que exigem maior diferenciação organizadas numa lógica regional, “garantindo aos doentes a resposta certa, no lugar certo e no tempo certo”.

Num despacho publicado em junho, a ministra Ana Paula Martins determinou a revisão da atual rede de mais de 160 serviços urgência, prevendo a criação de urgências centralizadas sempre que isso se justifique, através da concentração e coordenação da resposta local e regional de determinadas especialidades médicas e cirúrgicas.

Esta revisão abrange também a articulação da rede hospitalar com o Sistema Integrado de Emergência Médica e a reorganização dos circuitos de referenciação, incluindo as Vias Verdes.

“A intenção é ter, até ao final de novembro de 2026, identificadas as urgências que poderão ser de âmbito regional, incluindo as especialidades em que uma resposta centralizada se justifique”, adiantou hoje o ministério.

Segundo referiu, essa identificação resultará da avaliação técnica que está a ser realizada pelos peritos do grupo de trabalho coordenado pelo médico anestesiologista António Marques da Silva, tendo em conta a capacidade instalada, os recursos humanos disponíveis, a diferenciação de cada unidade, a acessibilidade e os circuitos de referenciação.

“Nesse processo, será feito um trabalho semelhante ao que foi realizado na reorganização da resposta de ginecologia e obstetrícia”, referiu a mesma fonte, avançando que a rede será definida com base nas necessidades das populações e na capacidade efetiva do SNS, “concentrando respostas diferenciadas quando isso permita garantir maior segurança, qualidade e disponibilidade dos cuidados, sem perder a necessária proximidade”.

O jornal Público noticiou hoje que a "falta de ortopedistas atrasa a resposta a doentes na região de Lisboa” e que o Hospital Amadora-Sintra “tinha, neste domingo, 19 doentes internados na urgência à espera de cirurgia de ortopedia, dos quais 14 com fraturas do colo do fémur”.

“A situação que se verifica na ULS Amadora-Sintra, à semelhança de outras situações que possam ocorrer noutras áreas do SNS, deve ser enquadrada no trabalho que o Governo já iniciou para a revisão da Rede Nacional de Urgência e Emergência”, referiu o Ministério da Saúde.

No iní

Ler a notícia completa no Notícias ao Minuto - País ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - País.

Mais de Notícias ao Minuto - País

Ver tudo ›

Mais em Portugal

Ver tudo ›