17h. Mais de 1200 operacionais combatem 3 grandes incêndios
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Jornal das cinco, com o José Rafael Lopes. Começamos por fazer um ponto de situação sobre os incêndios em Portugal. Nesta altura, há mais de 1200 operacionais no terreno, que combatem três grandes incêndios. O fogo em Arouca, Zé, continua a ser o que causa mais preocupações.
E mobiliza, por isso, o maior dispositivo de combate às chamas desta tarde. São cerca de 520 operacionais, oito meios aéreos no terreno, além de uma centena e meia de veículos. O fogo segue com três frentes ativas, uma na zona de Telhe e Covelo de Paivó, outra junto ao Rio de Frades e uma terceira no Candal, já no concelho vizinho de São Pedro do Sul, no distrito de Viseu. As condições atmosféricas estão a dar algumas tréguas. As temperaturas desceram, o céu está nublado em Arouca. Já arderam mais de 700 hectares. Esta noite, quatro bombeiros ficaram feridos num despiste com um veículo de combate a incêndios, três em estado grave, um é ferido leve. Foram todos transportados para o Hospital de Santa Maria da Feira.
O dispositivo também, podemos dizer, está musculado no combate ao incêndio em Torre de Moncorvo. O fogo alastrou-se, entretanto, ao concelho de Carrazeda de Ansiães, mas aí grande parte do perímetro está a ser dado como consolidado.
E em Rescaldo, apesar do incêndio ainda estar em curso, há uma frente ativa. O prognóstico continua favorável, mas o comandante sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Douro, Luís Miguel Fonseca, diz que ainda não é tempo de baixar os braços.
Nós, neste momento, temos grande parte do perímetro em trabalhos já de consolidação, em Rescaldo. Temos aqui isto que, no âmbito da distribuição do teatro de operações do setor norte, nesta linha que vai entre a aldeia de Vilarinho da Castanheira e Seixo de Ansiães, que ainda tem uma frente ativa com cerca de 400, 500 metros, mas já não continua. E onde estamos a apostar neste momento, tudo que é o empenhamento operacional, seja com os elementos no terreno, a trabalhar com linha de mangueira, seja com o apoio de máquinas de rasto e com o apoio dos meios aéreos. Os trabalhos estão a evoluir favoravelmente, mas efetivamente temos que ter algum cuidado, não entrar em excesso de otimismo.
Sem excessos de otimismo, é o que diz Luís Miguel Fonseca, comandante sub-regional de Emergência e Proteção Civil do Douro. Aqui um registo da RTP. Empenhados no combate às chamas, estão mais de 500 operacionais, apoiados por 170 veículos e seis meios aéreos.
Importa também olhar para Santo Tirso. A situação, Zé, também está mais calma.
E é esperado que o incêndio entre em resolução ainda hoje. Disso mesmo dá conta o comandante de bombeiros de Moreira, Cristiano Moreira, que alerta, ainda assim, para um cenário de alta imprevisibilidade.
Eu espero, durante a tarde do dia de hoje, podermos fazer uma atualização do ponto de situação e passar, efetivamente, então, para a fase de resolução. Mas, como digo, isto aqui é sempre uma incógnita.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.