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Quatro organizações lançam aliança em defesa da qualidade do ar nos aviões

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Quatro organizações lançam aliança em defesa da qualidade do ar nos aviões

Quatro organizações internacionais da área da aviação criaram a Aliança AerSalus para coordenar respostas aos riscos associados à qualidade do ar nas cabines dos aviões, anunciou hoje a coligação.

A parceria reúne sindicatos de pilotos, assistentes de bordo, especialistas médicos e jurídicos de engenharia , para “troca de conhecimentos especializados em áreas como experiência operacional, medicina aeroespacial, toxicologia, engenharia aeronáutica e manutenção, para avançar a compreensão da indústria” sobre a qualidade do ar, explica a organização num comunicado.

A aliança, cujo nome faz uma alusão latina a “Ar Seguro”, foi fundada em junho de 2026 e “consolidou-se com a assinatura da ‘Declaração de Lisboa sobre a cooperação entre a qualidade do ar das aeronaves e da cabine'” , refere a organização.

A aliança reúne quatro organizações: a União Nacional dos Aeronautas (SNA) do Brasil, a Associação Francesa de Vítimas da Síndrome Aerotóxica (AVSA) e duas associações sindicais portuguesas, o Sindicato dos Pilotos da Aviação Civil (SPAC) e o Sindicato Nacional do Pessoal de Voo da Aviação Civil (SNPVAC) .

"A qualidade do ar na cabine das aeronaves é uma questão crítica que impacta diretamente a segurança operacional, a saúde ocupacional dos tripulantes e a proteção dos passageiros.” Aliança AerSalus A organização salienta que “a complexidade técnica e médica da qualidade do ar da cabine exige uma abordagem multidisciplinar e esforços coordenados em todo o mundo”, dado que “a qualidade do ar na cabine das aeronaves é uma questão crítica que impacta diretamente a segurança operacional, a saúde ocupacional dos tripulantes e a proteção dos passageiros”.

Com a formação desta coligação, os signatários comprometem-se a enfrentar conjuntamente os eventos de contaminação do ar — incluindo aqueles envolvendo odores, fumo, vapores e aerossóis — com um novo padrão de apoio mútuo, responsabilidade técnica e transparência científica.

A aliança pretende “estabelecer um canal permanente para partilha de experiências operacionais, estudos académicos, referências científicas e melhores práticas”, promover “testes laboratoriais e análises toxicológicas para identificar exposições químicas e avaliar potenciais impactos na saúde”, incentivar “o uso melhorado de protocolos padronizados para reportar, monitorizar e analisar ocorrências de qualidade do ar” e “advogar por procedimentos reforçados de manutenção e resposta médica”.

Outro objetivo passa por “unir esforços para aumentar a consciencialização entre as autoridades reguladoras, fabricantes e operadores aéreos sobre a necessidade de melhorar as ferramentas de deteção e monitorização”.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

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