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Do Marquês ao caso BESA. Casos mediáticos fazem rentrée no palco da Justiça

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Do Marquês ao caso BESA. Casos mediáticos fazem rentrée no palco da Justiça

As tradicionais férias judiciais terminaram esta segunda-feira, dia 31 de agosto.

Após mês e meio de pausa, os casos mediáticos regressam ao palco da justiça portuguesa .

Da Operação Marquês, no qual o antigo primeiro-ministro José Sócrates é arguido, passando pelo caso BESA, muitos são os processos que podem, ou não, ter um ponto final.

O início do mês de setembro vai ficar marcado pela continuação do julgamento da Operação Marquês, bem como do caso BESA .

Já a 4 de setembro, está marcada a leitura do acórdão da Operação Vórtex , que coloca no banco dos réus os dois ex-presidentes da Câmara de Espinho, Miguel Reis e Pinto Moreira.

São esperados também desenvolvimentos nos casos Operação Teia, Tempestade Perfeita e Operação Lex .

Ainda assim, há processos que estão em stand-by , como a Operação Influencer, caso BES, o caso das PPP — que aguarda julgamento –, e a Operação Picoas.

Continua interrogatório de Sócrates na Operação Marquês Esta terça-feira vai retomar o julgamento da Operação Marquês com inquirições de oito testemunhas.

O antigo primeiro-ministro José Sócrates , que é uma das figuras centrais deste processo e que chegou a estar preso preventivamente durante cerca de dez meses e depois 42 dias em prisão domiciliária, volta a ser ouvido no dia 10 de setembro .

A nova audição de Sócrates surge na sequência de um requerimento apresentado a 23 de junho, no qual o próprio ex-governante manifestou a intenção de prestar declarações, um ano após ter sido ouvido.

O arguido, de 67 anos, está pronunciado de 22 crimes, incluindo três de corrupção, por ter, alegadamente, recebido, através de testas-de-ferro, dinheiro para beneficiar em dossiês distintos o grupo Lena — para o qual Carlos Santos Silva trabalhava –, o Grupo Espírito Santo (GES) e o empreendimento Vale do Lobo, no Algarve.

José Sócrates Hugo Amaral/ECO O processo conta, no total, com 21 arguidos, que respondem globalmente por 117 crimes económico-financeiros .

Em julgamento estão Carlos Santos Silva, empresário e amigo do ex-primeiro-ministro, acusado de 23 crimes; Joaquim Barroca, ex-administrador da construtora do Grupo Lena, acusado de 15 crimes; José Pinto de Sousa, empresário e primo de José Sócrates, acusado de dois crimes; Hélder Bataglia, empresário, acusado de cinco crimes; Sofia Fava, ex-mulher de Sócrates, acusada de um crime.

O Ministério Público (MP) reclama aos arguidos um total de 58 milhões de euros, tendo arrestado vários bens.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

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