sexta-feira, 28 de agosto de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
Últimas

Mesquita Nunes critica "tom" de mulheres conservadoras

Observador ·
Mesquita Nunes critica "tom" de mulheres conservadoras

O antigo secretário de Estado e antigo vice-presidente do CDS criticou esta sexta-feira o “tom” com que se apresentou o novo movimento Mulheres Conservadoras Portugal. Na Universidade de Verão do PSD, em Castelo de Vide, Adolfo Mesquita Nunes diz que esse movimento “aparece a dizer que há qualquer coisa que as proíbe de ser conservadoras, mas ninguém as proibiu “. Isso acontece, adverte, com o objetivo claro de polarizar: “ Porquê este tom? Porque é o que permite a radicalização”.

Adolfo Mesquita Nunes — que falava sobre “ Algoritmos: A democracia fragilizada ” num painel com Pedro Duarte — diz que a “ polarização em que vivemos” promovida por movimentos deste género vai “criando um fosso” que é “para a democracia é mau.” E acrescenta: “Isto não só nos radicaliza, como passamos a viver em mundos diferentes.”

Já na terça-feira a ministra da Juventude, Cultura e Desporto, Margarida Balseiro Lopes, também na Universidade de Verão do PSD, arrasou o movimento ao dizer que “é surpreendente como em 2026 estamos a ter estas discussões. Eu sou feminista e, enquanto uma mulher estiver a pensar que roupa é que usa para sair de casa ou em que rua é que circula em função da iluminação ou a ganhar menos do que os homens no mercado de trabalho, o que continua a faltar são feministas mais ativas.”

Adolfo Mesquita Nunes aproveitou ainda o painel sobre as redes sociais e os algoritmos para atirar ao Chega. “Temos partidos políticos que mentem sistematicamente e as pessoas continuam a votar. As pessoas gostam da mentira. As pessoas aceitam a mentira. Não em todo o tipo de partidos. Nos partidos antissistema as pessoas toleram a mentira”, diz o antigo dirigente democrata-cristão, que se assume como liberal.

Também numa alusão ao partido de André Ventura, o ex-governante atira: “Vejam o que se passa no Parlamento: é uma tentativa deliberada de destruir a credibilidade de uma instituição, não é um grupo parlamentar mais ruidoso”. Mesquita Nunes diz que é hoje “quase um milagre que pessoas sensatas ganhem eleições. A sensatez é tão não sexy que me preocupa que estejamos como sociedade a premiar o oposto disto”.

Ler a notícia completa no Observador ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

Mais de Observador

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›