Gerir o Resultado ou o Futuro?
Durante anos, os gestores foram recompensados por cortar custos, proteger margens e preservar capital.
Fizeram exatamente aquilo que lhes pediram.
Mas o problema é que o mundo mudou e os critérios de sucesso não acompanharam essa mudança.
Hoje, uma empresa de seguros pode melhorar a rentabilidade ajustada ao risco em milhões e, simultaneamente, destruir dezenas de milhões de valor económico futuro.
Basta adiar a substituição dos sistemas core , congelar programas de transformação, acumular dívida tecnológica, continuando a operar plataformas concebidas numa época em que a palavra digital nem sequer existia.
Os acionistas ainda não aprenderam a medir este fenómeno.
Os clientes já o fazem todos os dias.
Sempre que uma apólice demora demasiado tempo a ser emitida.
Sempre que um sinistro exige processos manuais absurdos.
Sempre que um mediador perde mais tempo a navegar sistemas do que a vender.
E, sempre que um concorrente lança um produto em semanas enquanto a organização necessita de meses para alterar uma tarifa.
O problema nunca foi tecnológico.
É financeiro.
O que muitas empresas de seguros classificam como sistemas de informação são, na realidade, enormes passivos escondidos .
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.