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Nova Aliança pela Venezuela exige eleições presidenciais com Corina

Notícias ao Minuto - Mundo ·
Nova Aliança pela Venezuela exige eleições presidenciais com Corina

E ntre os objetivos da AV estão a defesa da soberania da Venezuela, a libertação dos presos políticos e a restauração da validade constitucional.

As organizações que compõem a coligação defendem que "Maria Corina Machado é a líder nacional da oposição para conduzir qualquer processo de negociação com o regime venezuelano".

"Exigimos a apresentação de um calendário eleitoral claro que satisfaça a população e que nos conduza a eleições presidenciais o mais rapidamente possível. Este processo deve ser livre, justo e verificável, o que implica a revogação imediata das inelegibilidades arbitrárias, a constituição de um Conselho Nacional Eleitoral imparcial, a abertura do recenseamento eleitoral à diáspora, a amnistia geral e a plena reintegração dos partidos políticos", disse o porta-voz da Aliança pela Venezuela.

Noel Álvarez, coordenador do partido GENTE (Geração Independente), explicou ainda que a oposição venezuelana "compreende com clareza que não haverá democracia verdadeira enquanto existir um venezuelano preso por motivos políticos".

"Por isso, exigimos a libertação imediata e incondicional de todos os prisioneiros de consciência, civis e militares. O fim definitivo da tortura e do assédio, assim como garantias para um regresso livre e seguro dos nossos exilados", frisou.

Durante a apresentação, a oposição fixou posição sobre as consequências do duplo sismo que em 24 de junho último afetou o país, reclamando "com urgência um plano nacional e abrangente" de parte do atual regime, liderado pela Presidente interina, Delcy Rodríguez.

"Deve dar-se prioridade à preservação da vida em detrimento de cálculos políticos, acompanhada pela garantia de salários e pensões dignos, pela prestação eficiente dos serviços públicos de água e eletricidade e pelo reforço de sistemas de educação e saúde de elevada qualidade", frisou.

Segundo a AV, "a Venezuela não se salvará com soluções provisórias nem com promessas vazias", mas "com instituições independentes, com uma economia saudável que recompense o esforço produtivo e não o favor político, e com a criação de um Estado com vocação de serviço".

Por outro lado, a coligação ratificou o acordo assinado em 28 de maio de 2026 pela oposição venezuelana, que estabelece uma rota para a transição democrática na Venezuela, que combina uma negociação política com o regime com acompanhamento internacional, e um acordo nacional para a recuperação institucional e económica.

Esse acordo tem ainda com pontos-chave a libertação de presos políticos, o regresso dos exilados, o desmantelamento do aparelho repressivo, o apoio internacional (EUA e região), a realização de eleições e propõe a coordenação entre partidos, sindicatos e a sociedade civil para garantir a governabilidade após a transição.

"O compromisso do Panamá, reafirmado hoje em Caracas, constitui um juramento de perseverança, firmeza e unidade no seio da diversidade.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - Mundo.

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