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Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

É uma hora. O meu nome é Rita Lourenço, vamos às notícias com a Rádio Observador. O primeiro-ministro deseja um entendimento nacional antes das próximas eleições, no que toca a alterações estruturais na Segurança Social, que garantam a sustentabilidade do sistema. Em videoconferência, a partir da sede nacional do PSD para a Universidade de Verão do partido, Luís Montenegro reforçou o compromisso de não fazer qualquer alteração na atual legislatura. O líder do governo espera, no entanto, que independentemente da força política que vença as próximas eleições, apenas seja feita alguma alteração com base num compromisso com os portugueses e que para conseguir esse entendimento, será preciso partir muita pedra.

O meu desejo era que nós pudéssemos ter um entendimento nacional para que, independentemente da força política que ganhasse as eleições, todos se comprometessem a executar a transformação estrutural que dá sustentabilidade a este sistema. Para isso temos de nos entender e para nos entendermos precisamos, por assim dizer, de partir muita pedra. Precisamos de discutir soluções, precisamos de discutir fontes de financiamento, para depois concluirmos se vale a pena mudar por aqui, se vale a pena mudar por ali, com que conteúdo e com que previsão temporal.

Questionado como pretende continuar a negociar com PS e Chega, apesar das várias coligações negativas entre os dois partidos no Parlamento, Montenegro considera que o governo tem sido muito paciente com a oposição, que acusa de dizer muitas asneiras e muitos disparates.

Nós temos de ter, em primeiro lugar, tolerância democrática e, portanto, perceber que aos partidos da oposição compete, sobretudo, ilustrar e mostrar aquilo que está mal. Se isto é do ponto de vista da posição da governação, respeitar quem está na oposição, também convém que as oposições respeitem quem está no governo. Mas nós somos muito pacientes com a oposição. A oposição diz muitas asneiras e muitos disparates, mas a oposição faz parte do sistema.

As declarações de Luís Montenegro em resposta a perguntas feitas pelos participantes na Universidade de Verão do PSD, naquela que é a primeira vez que um presidente do partido responde a perguntas dos alunos da universidade. Também na Universidade de Verão do PSD, João Soares diz que comparar Carneiro a Ventura é uma indecência. Na intervenção inicial, o ex-ministro da Cultura criticou a intervenção de Hugo Soares na abertura desta iniciativa, na qual acusou os líderes do PS e Chega de estarem cada vez mais parecidos na impreparação para serem alternativas ao atual governo da AD. João Soares considera que a comparação é indecente e, apesar de destacar o PSD como uma parte essencial da espinha dorsal da democracia portuguesa, atribuiu um papel superior ao PS.

Comparar José Luís Carneiro com aquele senhor que é líder do Chega e que nos habituou às coisas mais inacreditáveis desse plano, é uma indecência, porque a verdade é esta: vocês, PSD, são uma parte essencial da espinha dorsal da democracia portuguesa.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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