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Economia

Jornadas Europeias do Património 2026 desafiam jovens a reinventar o futuro

Jornal Económico ·
Jornadas Europeias do Património 2026 desafiam jovens a reinventar o futuro

“Reviver, resistir e reinventar” é o mote lançado para as Jornadas Europeias do Património (JEP) 2026, que vão decorrer de 18 a 27 de setembro com mais de 400 atividades em todo o país.

As JEP são uma iniciativa conjunta do Conselho da Europa e da Comissão Europeia, que se traduz num evento cultural mais participado pelos cidadãos da Europa, constituindo uma oportunidade de celebração do mosaico cultural europeu.

Coordenado a nível nacional pelo Património Cultural, Instituto Público (Património Cultural, IP), o maior evento europeu de divulgação patrimonial convida este ano a uma reflexão urgente sobre a proteção do património em sociedades em rápida transformação, marcadas por desafios como a digitalização, o turismo de massas, a crise climática e os conflitos.

A programação nacional, em permanente atualização na plataforma oficial, resulta da mobilização da sociedade civil e inclui centenas de iniciativas promovidas por municípios, associações e entidades culturais.

O grande destaque desta edição é o foco na comunidade escolar.

Com o desafio “Reinventar o Património”, o Património Cultural, IP lança dois projetos para o ano letivo 2026/2027: 1.

Concurso “Jovens Europeus Criadores de Património” (Young European Heritage Makers), promovido pelo Conselho da Europa, que dá voz a crianças e jovens para descobrirem, interpretarem e expressarem, através da sua criatividade, o que entendem ser o património europeu.

2.

Projeto “As Profissões do Património”, que vai levar às escolas arqueólogos, arquitetos, historiadores, antropólogos, engenheiros e conservadores-restauradores, para mostrar quem trabalha nos bastidores da preservação da memória coletiva.

O programa inclui ainda uma sessão de reflexão dedicada ao tema “Património e Sustentabilidade”.

No eixo “Reviver o Património”, o Património Cultural, IP vai abrir portas habitualmente reservadas e organizar visitas noturnas em cinco dos seus equipamentos: a Área Arqueológica do Freixo (Tongobriga), a Villa Romana de Milreu, o Mosteiro de Santo André de Rendufe, o Mosteiro de São Martinho de Tibães e o Mosteiro de Santa Clara-a-Velha.

O eixo “Resistir” culmina na sessão oficial de encerramento das JEP, marcada para 26 de setembro, em Vila Viçosa.

A sessão será presidida pelo Secretário de Estado da Cultura, Alberto Santos, e contará com um painel de especialistas para debater soluções sustentáveis para a reabilitação do património.

A escolha do local não é inocente: Vila Viçosa tem desenvolvido nos últimos anos um conjunto de práticas de salvaguarda associadas à sua candidatura à Lista de Património Mundial da UNESCO.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.

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