Cinco investigadores da U. Politécnica da Guarda entre os 2% mais citados do mundo
A prestigiada lista “World’s Top 2% Scientists” 2026 foi elaborada pela Universidade de Stanford (EUA) em colaboração com a Elsevier.
“A confirmação, pelo segundo ano consecutivo, do interesse que o trabalho de investigadores da Universidade Politécnica da Guarda desperta nos meios académicos mundiais constitui um reconhecimento importante da capacidade científica que temos vindo a construir”, afirma Joaquim Brigas, reitor da UPG, citado num comunicado enviado à agência Lusa.
Para o responsável, este resultado “valoriza o trabalho dos nossos investigadores e equipas e demonstra que a UPG dispõe de competências e de capacidade científica para continuar a crescer e a afirmar-se dentro e fora do país”.
A presença dos cinco docentes e investigadores da UPG neste grupo “restrito e de maior impacto científico a nível mundial” resulta dos indicadores de citação da base de dados Scopus, uma das maiores e mais completas plataformas de indexação de publicações científicas a nível mundial – também gerida pela Elsevier.
Segundo a UPG, a manutenção destes investigadores no ranking “World’s Top 2% Scientists” constitui “um novo indicador da capacidade científica da Universidade Politécnica da Guarda” e resulta “da prioridade dada à investigação” na instituição.
A lista baseia-se em métricas de citação padronizadas que incluem citações totais, sendo que os dados extraídos da base de dados Scopus estão atualizados até ao final de 2025.
A seleção baseia-se nos 100 mil melhores cientistas por c-score (com e sem autocitações) ou numa classificação de percentil igual ou superior a 2% na subárea, especifica a UPG.
A versão agora divulgada baseia-se no instantâneo da Scopus a 01 de agosto de 2026, atualizado até ao final do ano de citação de 2025.
“Este resultado é um bom reflexo do trabalho desenvolvido pelas equipas e unidades de investigação que funcionam nas suas escolas, bem como a participação da UPG em projetos científicos e em redes de colaboração nacionais e internacionais”.
A UPG lidera seis projetos internacionais e 15 projetos nacionais, desenvolvidos em parceria com universidades, centros de investigação, empresas, autarquias, IPSS (instituições particulares de solidariedade social) e outras organizações.
A instituição participa ainda em 71 projetos lançados nos últimos anos, quase todos ainda em curso.
“É um universo de 136 milhões de euros aplicados em ciência, dos quais a UPG gere diretamente 15,5 milhões. Só em junho e julho passados, este trabalho resultou em dois pedidos de patentes nacionais e um pedido de patente internacional”, lembra a UPG.
Joaquim Brigas realça que estes resultados e o reconhecimento internacional da instituição têm “particular significado no momento em que estamos a desenvolver o processo de evolução para Universidade”.
“A investigação científica, a formação avançada e a capacidade de produzir e transferir conhecimento são dimensões fundamentais do projeto institucional que estamos a construir”, acrescentou.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em cnnportugal.iol.pt — o conteúdo pertence a CNN Portugal.