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Economia

Vista Alegre eleva lucros em quase 19% no primeiro semestre para 4,3 milhões

Jornal Económico ·
Vista Alegre eleva lucros em quase 19% no primeiro semestre para 4,3 milhões

A Vista Alegre encerrou o primeiro semestre de 2026 com um resultado líquido de 4,3 milhões de euros, mais 18,9% do que no período homólogo de 2025, num contexto marcado pela subida do custo do gás associada ao conflito no Médio Oriente.

O grupo divulgou esta quarta-feira os resultados relativos ao primeiro semestre do ano, indicando que o EBITDA se fixou em 15,9 milhões de euros, o que traduz um aumento de 6,8% face ao mesmo período de 2025.

A margem EBITDA subiu de 21,2% para 22,3%, uma progressão de 1,1 pontos percentuais.

O volume de negócios consolidado somou 71,3 milhões de euros, mais 1,6% do que no primeiro semestre de 2025, com crescimento em três dos quatro segmentos de atividade.

Segundo a empresa, a Faiança liderou a evolução, com um aumento de 8,1%, seguida do Grés (+3,5%) e da Porcelana e Complementares (+0,7%).

Já o segmento de Cristal e Vidro recuou 14,1%, penalizado pela contração do mercado internacional das bebidas premium.

O resultado operacional cresceu 6,6%, para 8,4 milhões de euros, elevando a margem operacional de 11,2% para 11,8%.

O resultado antes de impostos aumentou 20,7%, para 5,6 milhões de euros, beneficiando da redução dos encargos financeiros líquidos.

No plano financeiro, a dívida líquida consolidada situava-se em 60,1 milhões de euros a 30 de junho, menos 6,4 milhões de euros do que no final de 2025.

O rácio de dívida líquida sobre EBITDA melhorou de 2,4x para 2,1x no mesmo período.

O CEO do Grupo Vista Alegre, Fernando Daniel Nunes, associou a melhoria da rentabilidade à execução de uma estratégia assente em três eixos: valorização das marcas e do posicionamento premium, aceleração da expansão internacional e disciplina operacional e financeira.

“Os resultados do primeiro semestre mostram uma Vista Alegre mais rentável, financeiramente mais sólida e cada vez mais internacional.

Num contexto exigente, crescemos em vendas, aumentámos o EBITDA em 6,8% e o resultado líquido em 18,9%, ao mesmo tempo, que reduzimos a dívida líquida e melhorámos o rácio de alavancagem para 2,1x.

Estes resultados são particularmente relevantes porque refletem a execução de uma estratégia assente em três prioridades: valorização das nossas marcas e do posicionamento premium; aceleração da expansão internacional; e disciplina operacional e financeira.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.

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