Powerbank de ex-CEO da KLM arde durante voo e obriga avião a regressar a Amesterdão
Um voo da KLM com destino a Curaçau foi obrigado a regressar a Amesterdão depois de uma powerbank (carregador portátil) se ter incendiado a bordo.
O incidente ocorreu na quinta-feira, quando o avião já se encontrava sobre o oceano Atlântico.
O fogo foi rapidamente detetado e a tripulação conseguiu extingui-lo.
Apesar de a aeronave ter passado cerca de seis horas no ar antes de iniciar o regresso, o voo acabou por durar aproximadamente 11 horas no total.
Os passageiros chegaram novamente ao aeroporto de Schiphol por volta das 20h40.
A viagem foi posteriormente remarcada.
O voo seguinte entre Amesterdão e Curaçau estava previsto para sexta-feira, mas nem todos os passageiros conseguiram embarcar.
“É um destino muito popular”, explicou um porta-voz da companhia ao NL Times.
Ex-CEO da KLM terá sido o passageiro envolvido Nas redes sociais, o comandante José Correia Guedes afirmou que o passageiro responsável pelo incidente seria um antigo CEO da KLM.
“Este episódio seria condenável mas apenas um pouco estranho se o passageiro que causou isto tudo não fosse um ex-CEO da KLM que tinha mais que obrigação de saber que o uso de power banks a bordo é proibido”, escreveu.
View this post on Instagram O meio de comunicação holandês RTL Nieuws avançou que a powerbank pertenceria a Camiel Eurlings, antigo presidente e CEO da KLM.
Segundo várias fontes presentes a bordo e com conhecimento do incidente, citadas pelo mesmo órgão de comunicação, Eurlings terá sofrido ferimentos ligeiros na sequência do incidente.
A KLM, contudo, não confirmou a identidade do passageiro.
A companhia afirmou que não divulga informações sobre quem viaja nos seus aviões por razões de privacidade.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em 24.sapo.pt — o conteúdo pertence a SAPO24.