segunda-feira, 12 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Taiwan promete acompanhar de perto exercícios militares chineses junto à ilha› MNE da UE reúnem-se hoje para aprovar maior pacote de sanções de sempre à Rússia› Associado de figura próxima de Nicolás Maduro detido nos Estados Unidos› China condena ex-presidente da câmara de Wuhan a 14 anos de prisão› IA poderá transformar 40% dos empregos a nível global avisa diretora-geral do FMI› Os avisos de Passos Coelho e a porta aberta ao regresso› Polícia procura cinzas de Anita Mui, a diva da pop de Hong Kong› Justiça dos EUA suspende anúncios de Trump com fundos públicos› Reitora da Universidade de Cabo Verde visitou instituições portuguesas› Setembro foi o 2.º mais quente de sempre (temperaturas recorde na Europa)› Taiwan promete acompanhar de perto exercícios militares chineses junto à ilha› MNE da UE reúnem-se hoje para aprovar maior pacote de sanções de sempre à Rússia› Associado de figura próxima de Nicolás Maduro detido nos Estados Unidos› China condena ex-presidente da câmara de Wuhan a 14 anos de prisão› IA poderá transformar 40% dos empregos a nível global avisa diretora-geral do FMI› Os avisos de Passos Coelho e a porta aberta ao regresso› Polícia procura cinzas de Anita Mui, a diva da pop de Hong Kong› Justiça dos EUA suspende anúncios de Trump com fundos públicos› Reitora da Universidade de Cabo Verde visitou instituições portuguesas› Setembro foi o 2.º mais quente de sempre (temperaturas recorde na Europa)
Mundo

Timor-Leste leva à ONU multilateralismo, justiça e direito internacional

Notícias ao Minuto - Mundo ·
Timor-Leste leva à ONU multilateralismo, justiça e direito internacional

"As Nações Unidas foram fundadas sobre a promessa de paz, dignidade e igualdade para todos os povos. Ao participar na 81.ª Sessão da Assembleia Geral das Nações Unidas, Timor-Leste reafirma a sua fé inabalável no multilateralismo e o seu compromisso de ser uma voz para os pequenos Estados, para as crianças, os jovens, as mulheres e as raparigas, e para um mundo governado pela justiça e pelo direito internacional", afirmou o Presidente, citado num comunicado da Presidência timorense.

Na viagem aos Estados Unidos, José Ramos-Horta terá uma extensa agenda, que inclui uma visita a Washington e encontros com o primeiro-ministro português, Luís Montenegro, na quarta-feira, com o secretário-geral da ONU, António Guterres, e com o Grande Imã de Al-Azhar, secretário-geral do Conselho Muçulmano dos Anciãos, juiz Mohamed Abdel-Salam, na sexta-feira.

Hoje, o Presidente vai atribuir a Ordem de Timor-Leste ao antigo alto funcionário da ONU, Babafemi Badejo, que trabalhou consigo na Guiné-Bissau, quando foi representante especial das Nações Unidas naquele país da África Ocidental, e reunir-se com Malala Youzafzai, ativista paquistanesa laureada com o prémio Nobel da Paz.

"O encontro incidirá sobre prioridades comuns e oportunidades de colaboração futura na promoção dos direitos das mulheres e das raparigas em todo o mundo", pode ler-se no comunicado da Presidência timorense.

O dia inclui também um encontro com o primeiro-ministro do Butão, Tshering Tobgay.

Na terça-feira, além de participar na sessão de abertura da Assembleia Geral da ONU, o também prémio Nobel da Paz participa na reunião de alto nível "Para Além de 2030: Renovar o compromisso global para erradicar a pobreza em todas as suas dimensões" e em encontros com o presidente da República Checa, Petr Pavel, e com a presidente do Comité Internacional da Cruz Vermelha, Mirjana Spoljaric.

O Presidente timorense discursa quarta-feira na Assembleia Geral da ONU, onde vai apresentar as posições timorenses sobre as principais questões globais, e participar como orador no painel para "Reafirmar a Promessa de Paz das Nações Unidas: utilizar o poder que temos".

José Ramos-Horta viaja, na quinta-feira, para Washington para um encontro com o senador Chris Coons, presidente da Comissão de Apropriações do Senado (câmara alta do parlamento dos Estados Unidos), com o Peace Corps, e com outras entidades homólogas, com vista ao reforço da cooperação nos setores da segurança e da defesa.

O Corpo da Paz dos Estados Unidos (Peace Corps) foi criado pelo Presidente John F. Kennedy em 1961 como uma agência independente e tem atualmente voluntários em mais de 60 países.

Ler a notícia completa no Notícias ao Minuto - Mundo ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - Mundo.

Mais de Notícias ao Minuto - Mundo

Ver tudo ›

Mais em Mundo

Ver tudo ›