ECO da Semana: A decisão da Fed, o Estado da UE e o regresso ao Parlamento
A semana em 30 segundos Os bancos centrais vão continuar em foco, com a Reserva Federal (Fed) e o Banco do Japão prestes a imitarem o Banco Central Europeu (BCE) com aumentos de 25 pontos base nas taxas de juro .
As palavras de Kevin Warsh e Kazuo Ueda sobre os próximos passos vão ser seguidas com máxima atenção nos mercados, numa semana em que o Banco de Inglaterra irá contrariar a tendência e ‘congelar’ o custo da libra.
Os preços do petróleo rondam os 100 dólares, impulsionados pelas guerras na Europa e no Médio Oriente.
Esses conflitos deverão também marcar o discurso de Ursula von der Leyen sobre o Estado da União Europeia , com a presidente da Comissão a focar também em temas de competitividade, economia digital e alterações climáticas após um verão de ondas de calor extremas e grandes incêndios em vários países.
O Parlamento português ‘reabriu’ na semana passada para debater (e chumbar) a moção de censura do Chega ao Governo, mas o programado ‘rearranque’ formal dos trabalhos é esta terça-feira.
Os deputados regressam com vários dossiês em mãos, incluindo os lucros das petrolíferas, à licença parental, a nova lei do Tribunal de Contas e a Lei de Enquadramento Orçamental .
Segunda-feira, 14 de setembro A Presidente do BCE, Christine Lagarde, explica as decisões de política monetária do Conselho do BCE e responde às perguntas dos jornalistas na conferência de imprensa do Conselho realizada no dia 10 de setembro de 2026, às 14h45 (CET), em Wannsee, Berlim.
A presidente está acompanhada em palco por Joachim Nagel, presidente do Deutsche Bundesbank e membro do Conselho do Banco Central Europeu; pelo Vice-Presidente Boris Vujčić; e pelo responsável de Comunicação do BCE, Wolfgang Proissl. © 2026 European Central Bank Membros do Conselho do BCE discursam pós-subida das taxas Porque é importante e o que esperar : O Banco Central Europeu subiu, na quinta-feira, as taxas de juro em 25 pontos base pela primeira vez desde junho numa decisão que Christine Lagarde descreveu como “unânime” e “óbvia” tendo em conta as subidas dos custos da energia com o prolongar e a escalada da guerra no Médio Oriente.
Na conferência de imprensa, a presidente do banco central tentou demonstrar cautela, mas acabou por dar azo a um reforço nos mercados na aposta em mais uma subida até ao final do ano.
Segundo o ECB Watch , ferramenta do BCE para divulgar as probabilidades implícitas no mercado relativamente às decisões sobre as taxas de juro, há uma chance de 62% de uma subida de 25 pontos base, com a da facilidade de depósito a ascender aos 2,75% já em outubro.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.