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Economia

Netflix vai despedir cerca de mil trabalhadores

ECO ·
Netflix vai despedir cerca de mil trabalhadores

A Netflix vai despedir cerca de mil trabalhadores , o equivalente a cerca de 6% da sua força de trabalho.

Este é o maior despedimento feito pela plataforma de streaming desde 2022 , de acordo com a informação veiculada internacionalmente.

Netflix compra direitos do Mundial 2030 em Espanha Os cortes vão atingir sobretudo as equipas de produto, tecnologia, jurídica e recursos humanos da gigante do streaming, segundo o email que os co-CEOs Ted Sarandos e Greg Peters enviaram aos trabalhadores.

O anúncio surge seis dias antes de a empresa apresentar os resultados do terceiro trimestre, na terça-feira, 20 de outubro.

“A nossa missão — entreter o mundo — é ambiciosa, e cumpri-la exige que sejamos disciplinados sobre onde priorizamos as nossas pessoas e recursos.

O nosso negócio está forte e a crescer, e continuamos no bom caminho para cumprir a nossa previsão para o ano inteiro .

Continuaremos a investir agressivamente em áreas de elevado impacto para melhorar o nosso serviço e impulsionar ainda mais o crescimento e a inovação.

Fazer isso significa fazer escolhas focadas em todo o negócio”, pode ler-se no email.

No final de 2025, a Netflix tinha cerca de 16 mil trabalhadores a tempo inteiro.

Os últimos grandes despedimentos aconteceram em 2022.

Na altura, a gigante do streaming despediu cerca de 450 colaboradores, num contexto de abrandamento do crescimento das receitas e depois de perder 200 mil assinantes no primeiro trimestre desse ano.

A decisão chega num momento de despedimentos no setor e depois de, em fevereiro a Netflix ter desistido da corrida à compra dos estúdios e do negócio de streaming da Warner Bros.

Discovery.

A Disney preparou-se para eliminar até mil postos de trabalho em abril e realizou novos cortes em julho e no final de setembro, quando dispensou cerca de 300 trabalhadores .

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

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