Incêndio em Arganil "mais calmo". Aldeias já estão fora de perigo
S egundo fonte da Autoridade Nacional de Emergência e Proteção Civil (ANEPC), cerca das 23h30 estavam no terreno 806 operacionais, apoiados por 260 viaturas, com "tudo mais calmo" no combate às chamas.
As povoações que durante a tarde estiveram em risco e na linha de fogo, nomeadamente Chapinheira e Vila Nova de Ceira, do concelho de Góis, estavam fora de perigo cerca das 23h30.
Contactado pela Lusa, o vice-presidente da Câmara de Góis, Nuno Bandeira, explicou que chegaram a ser retiradas seis pessoas de três localidades , por precaução, mas já retornaram a casa.
O autarca também indicou que a situação estava mais calma, depois de o incêndio ter sido dado como "muito violento" e a "progredir livremente", ao final da tarde, como descreveu o comandante do Comando Sub-regional da Região de Coimbra da Proteção Civil, Carlos Tavares.
O incêndio que lavra no distrito de Coimbra - e que já causou ferimentos em três bombeiros - resulta da junção de três que deflagraram em concelhos diferentes, dois deles muito próximos no lugar de Sabouga, freguesia de Lavegadas, em Vila Nova de Poiares, que tiveram alerta pelas 13h40.
O outro foi registado às 13h35 em Murganheira, na freguesia de Pombeiro da Beira, concelho de Arganil.
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