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Baixa, Alta e Rua da Sofia são prioridades da Manifesta 17 Coimbra 2028

RTP Notícias ·
Baixa, Alta e Rua da Sofia são prioridades da Manifesta 17 Coimbra 2028

A Manifesta 17 Coimbra 2028 vai avançar com prioridades centradas na valorização da Baixa, Alta e Rua da Sofia, assumindo-se como instrumento de regeneração urbana e de reforço da ligação entre cultura, património e espaço público, revelou hoje a Câmara Municipal.

Em comunicado enviado à agência Lusa, a autarquia sublinhou que a Manifesta 17 Coimbra 2028 é assumida como "uma oportunidade estratégica para reforçar a política municipal de regeneração urbana, com especial incidência na valorização da Baixa, da Alta e da Rua da Sofia".

"Mais do que uma bienal de arte contemporânea, a Manifesta 17 pretende afirmar-se como um processo de trabalho com a cidade, articulando cultura, conhecimento, património, espaço público e participação cívica".

A nota de imprensa surgiu depois de a Câmara Municipal de Coimbra, a Universidade de Coimbra, o Círculo de Artes Plásticas de Coimbra (CAPC) e a International Foundation Manifesta terem reunido, na semana passada, para "consolidar a parceria que sustenta a realização da Manifesta 17 Coimbra", em 2028, e para "definir prioridades estratégicas para o desenvolvimento do projeto".

A reunião contou com a presença da presidente da Câmara Municipal de Coimbra, Ana Abrunhosa, do vice-reitor da Universidade de Coimbra, Delfim Leão, dos diretores do CAPC, Carlos Antunes e Desirée Pedro, e dos representantes da International Foundation Manifesta, Emilia van Lynden, Caroline Stanners, Kathleen Gertrud Ferrier e Ton Tuinier.

Segundo a Câmara de Coimbra, o encontro permitiu aprofundar o modelo de cooperação entre as quatro entidades, a estrutura organizativa e o planeamento do trabalho a desenvolver até 2028, "com destaque para a articulação institucional, o envolvimento dos agentes locais e o impacto a longo prazo da bienal na cidade".

"Nesse sentido, ficou sublinhada a importância de iniciar desde já o trabalho de proximidade com a população e com os agentes locais. O envolvimento de cidadãos, comerciantes, moradores, associações culturais, instituições de solidariedade social e demais entidades do concelho é considerado essencial para que o projeto tenha impacto efetivo e deixe um legado duradouro".

A bienal deverá funcionar "como catalisador da relação entre cultura, conhecimento e espaço público, projetando Coimbra internacionalmente e contribuindo para fortalecer o tecido social, cultural e urbano da cidade".

O projeto conta com o apoio do Governo português, que "reconhece o seu valor para a afirmação internacional da cultura nacional, a valorização do território e o reforço das redes europeias de criação e cooperação".

"A Manifesta 17 Coimbra 2028 pretende, assim, criar novas sinergias e deixar um legado que perdure para além da realização da bienal, capacitando os intervenientes locais e promovendo uma visão comum para o futuro da cidade", vincou.

A Manifesta é uma bienal europeia nómada criada no início da década de 1990.

Realizada a cada dois anos numa cidade ou região diferente, distingue-se pela ligação entre criação contemporânea, sociedade e território, desenvolvendo cada edição a partir das especificidades do local anfitrião.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.rtp.pt — o conteúdo pertence a RTP Notícias.

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