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As notícias das 8h

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As notícias com Carla Jorge Carvalho. Há contradições nos documentos que levaram à queixa contra o director nacional da Polícia Judiciária, no caso, Rui Pinto. Contradições relacionadas com datas e locais sobre alegadas escutas ilegais. A investigação do Ministério Público descobriu indícios de que houve escutas ilegais no processo Futebol Leaks. Falamos do processo que levou à condenação do hacker Rui Pinto e do advogado Aníbal Pinto. Carlos Cabreira foi alvo de uma denúncia com base em documentação interna da Judiciária, com quase 11 anos. O Observador apurou agora que há contradições nestes documentos. O redator principal do Observador, Luís Rosa, explica que há três questões por esclarecer.

Em primeiro lugar, o documento mais importante, que refere a colocação de aparelhos que se deduzem que sejam aparelhos de escuta ambiental, escuta ambiental essa que seria ilegal. Esse documento, por exemplo, não está assinado. Em segundo lugar, há outra questão relevante, outra contradição relevante, é que as datas dos documentos não batem certo. Ou seja, o encontro que está aqui em causa, que teria sido alvo de escuta ambiental ilegal, é um encontro que ocorreu na autoestrada A5, na estação da Galp da autoestrada A5, no dia 21 de outubro de 2015. Ora, os documentos que foram apresentados como alegada prova de escuta ambiental ilegal não batem certo com essa data. Um documento, por exemplo, que é o pedido para a ativação da escuta ambiental, da alegada escuta ambiental, por exemplo, só refere vigilância, não refere nenhuma escuta ambiental e, por outro lado, tem a data do dia 9 de outubro e com prazo para expirar no dia 15 de outubro. Por outro lado, há mais dois documentos que referem duas datas diferentes e nenhuma delas é o dia 21 de outubro.

As explicações do redator principal do Observador, Luís Rosa. Carlos Cabreira foi alvo de uma denúncia por parte de um coordenador da Judiciária. O advogado Aníbal Pinto apresentou uma queixa com base na mesma documentação. Ainda na reação a este caso, o secretário-geral do PS pede esclarecimentos rápidos à ministra da Justiça. Em entrevista à RTP, José Luís Carneiro fala numa situação inédita. Esta é a notícia que faz manchete a esta hora no nosso site e vai ser também o tema do Explicador, para ouvir logo a seguir ao Jornal das Nove. Os deputados discutem hoje as propostas da oposição para mitigar o aumento do custo de vida. O debate potestativo foi pedido pelo Chega. E acontece numa altura em que o governo avisa para o impacto da aprovação das medidas nas contas públicas. O ministro das Finanças já deixou o aviso que se as propostas do Chega e do PS forem aprovadas no Parlamento, vão conduzir o país ao déficit orçamental. Miguel Gato, vamos conhecer o que vai ser discutido mais logo no Parlamento.

Chega e PS querem, em moldes diferentes, reduzir a taxa do IVA dos combustíveis. O partido de André Ventura propõe uma descida de 23 para 13% por um período de 12 meses, a entrar em vigor em janeiro do próximo ano.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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