sábado, 17 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› CGTP espera "grande manifestação" contra aumento do custo de vida› México detém suspeito de construir túneis para tráfico de droga com EUA› Manifestações pela habitação e contra custo de vida em várias cidades› Cuba recebe ajuda de 750 toneladas de óleo da Rússia› Sismo? Portugueses na Venezuela enfrentam desafio de reconstruir vidas› Cuba denuncia aumento de mortes por cancro e culpa embargo dos EUA› Comunidade luso-tailandesa mantém viva a sua herança em Banguecoque› Centro de reabilitação em Ourém recebeu 50 militares ucranianos feridos› Irão? 135 incidentes marítimos e 76 vítimas desde início de guerra› 06h No Dia Mundial da Erradicação da Pobreza há protestos contra o aumento do custo de vida› CGTP espera "grande manifestação" contra aumento do custo de vida› México detém suspeito de construir túneis para tráfico de droga com EUA› Manifestações pela habitação e contra custo de vida em várias cidades› Cuba recebe ajuda de 750 toneladas de óleo da Rússia› Sismo? Portugueses na Venezuela enfrentam desafio de reconstruir vidas› Cuba denuncia aumento de mortes por cancro e culpa embargo dos EUA› Comunidade luso-tailandesa mantém viva a sua herança em Banguecoque› Centro de reabilitação em Ourém recebeu 50 militares ucranianos feridos› Irão? 135 incidentes marítimos e 76 vítimas desde início de guerra› 06h No Dia Mundial da Erradicação da Pobreza há protestos contra o aumento do custo de vida
Últimas

EUA traíram a Ucrânia? "Trump nunca mereceu confiança"

Observador ·
EUA traíram a Ucrânia? "Trump nunca mereceu confiança"

Descubra a mobilidade elétrica e inteligente aqui . Expanda o seu mundo.

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Donald Trump volta a mudar de posição e agora vê Vladimir Putin como um aliado. Zelenskyy sente-se traído e a Europa volta a lidar com a mudança de humores do presidente norte-americano. Na Arábia Saudita, escalou a tensão e há imagens violentas de ataques a aeroportos. No Brasil, aquece a campanha a uma semana da segunda volta presidencial e em território africano, Ceuta teve nos últimos dias uma visita marcante do rei de Espanha. São temas em destaque nos diferentes pontos do globo e também na edição desta semana do Cinco Continentes, o programa de análise do historiador Bruno Cardoso Reis. Eu sou Miguel Cordeiro, comigo já está o Bruno. Bem-vindo a mais um episódio.

Vamos começar pela América. Na verdade, é um tema que afeta muito a Europa e se formos a ver bem, pode afetar várias economias pelo globo. O acordo entre os Estados Unidos da América e a Rússia, isso estalou no fim de semana passado, Donald Trump a anunciar um cessar-fogo energético, a impor esse cessar-fogo à Ucrânia, Zelenskyy a sentir-se um pouco desiludido, nós já lá vamos. Vamos a este acordo que existe sobre combustível. Será que isto tem alguma coisa a ver com Trump enfrentar descontentamento a poucas semanas dessas eleições intercalares?

Sim, eu acho que é realmente a explicação. Não é a única explicação, ou seja, é verdade que a Rússia é um exportador de combustíveis importante, mas o impacto que teve no mercado dos combustíveis foi, sobretudo, no período inicial da guerra e, portanto, o mercado já se tinha ajustado e ajustou-se até com relativa facilidade. Em particular porque, e é isso que ajuda a explicar porque é que realmente a principal explicação e o principal problema é a guerra entre o Irão e os Estados Unidos e o impacto disso em toda aquela região do Golfo Pérsico, do Golfo Arábico, é que realmente essa região não só de longe é a que mais exporta combustível pro resto do mundo, são entre 20 e 25% do mercado global de combustíveis. Tem uma capacidade de refinação também extraordinária, portanto, de transformar em múltiplos produtos e basicamente não há nenhuma região do mundo que produza tanto, que refine tanto e com tanta variedade de produtos petrolíferos. E sobretudo, ainda tem um terceiro aspecto que é a Arábia Saudita, basicamente cava-se um poço e sai petróleo. É um petróleo extremamente fácil de extrair, muito barato de extrair e fácil também de refinar. E a Arábia Saudita tem uma enorme capacidade de produção e de refinação sobrante. Também tem imenso capital, imenso dinheiro, e portanto, pode se dar ao luxo realmente ter ali uma enorme margem para aumentar ou reduzir a produção e a refinação. Basicamente, no fundo, é a válvula de escape, é o mecanismo de segurança do mercado petrolífero a nível global. Se a Rússia deixa de conseguir exportar ou passa a ter sanções ou tem as refinarias bombardeadas, a Arábia Saudita, com muita facilidade, podia aumentar a produção, aumentar a refinação, compensar essa demanda. Isso não existe em nenhuma outra parte do mundo.

Ler a notícia completa no Observador ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

Este assunto em outros veículos

Mais de Observador

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›