Singapura construiu uma ilha de lixo. Hoje, tem mangais, corais e turistas
Sufocada pelo lixo, Singapura fez um aterro no mar e isolou-o eficazmente para permitir que os ecossistemas à sua volta continuassem vivos.
Hoje, há quem vá turistar para Semakau, a ilha das cinzas de lixo.
Com a corda (do saco do lixo) ao pescoço, a pequena e densamente povoada Singapura não tinha onde enterrar o lixo.
Até que decidiu queimá-lo.
No mar, fez um aterro para receber as cinzas.
Delas nasceu Semakau, uma área de 350 hectares onde, apesar da função industrial, sobrevivem atualmente mangais, pradarias marinhas e recifes de coral.
O aterro de Semakau fica a cerca de oito
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