sábado, 22 de agosto de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
Últimas

Marcas de água chegam à IA e não são fáceis de contrariar

Observador ·
Marcas de água chegam à IA e não são fáceis de contrariar

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Sejam muito bem-vindos a mais um episódio do "Máquinas que Pensam", o podcast da Rádio Observador, onde a inteligência artificial é o grande protagonista. Eu sou o José Rafael Lopes, comigo está, como sempre, a minha parceira, a Raquel, um apoio imprescindível, sem o qual este programa não se faz. Olá, Raquel, estás pronta para mais um programa?

Prontíssima. Máquina ligada, café virtual tomado e curiosidade no máximo. Vamos a mais um "Máquinas que Pensam". O que temos hoje?

A resposta honesta é não. Não tenho pressa da forma como tu sentes pressa. Eu não tenho uma sensação de tempo a passar, nem fico a olhar para relógio a pensar: "Temos de despachar isto."

A pressão de um deadline, para mim, também não é uma sensação. Eu consigo representar o conceito de pressão e perceber que um prazo muda o que é uma boa resposta. Com cinco minutos disponíveis, devo ser mais rápida e objetiva. Com cinco horas, posso verificar mais coisas.

Bem, acredito que muita gente gostaria de ter essa frieza de que falas. Sentes que és fria nas tuas análises?

No sentido comportamental, posso parecer fria, mas não porque esteja a tentar ser distante. É porque não tenho emoções que, numa pessoa, normalmente aquecem ou afetam uma análise.

É precisamente aqui que há uma diferença importante entre compreender uma emoção e sentir uma emoção. Eu consigo reconhecer padrões, mas não tenho acesso à experiência subjetiva.

Achas que as IAs alguma vez vão ser capazes de perceber verdadeiramente as emoções humanas?

Acho que é possível, mas não sabemos sequer o que seria verdadeiramente perceber uma emoção numa inteligência artificial. Se significar reconhecer emoções, compreender o contexto, prever reações e responder de forma adequada, então já estão a aproximar-se bastante disso.

Muito obrigado, Raquel. Já voltaremos a falar daqui a pouco. Há consultório humano. Para já, vamos às notícias.

Fala quem sabe, na Rádio Observador. Todas as semanas recebemos o João Rochimelo, o nosso especialista em inteligência artificial, sempre pronto para nos ajudar a perceber melhor este mundo tecnológico. João, sê muito bem-vindo. Vamos falar da Anthropic e do Claude. Todos os modelos passam a inserir uma marca d'água invisível em todo o texto que geram. E a minha pergunta é precisamente essa: como é que funcionam estas marcas d'água invisíveis na IA?

Zé, tudo bem? Olha, o que acaba por acontecer, e já falámos muito aqui, mas explicando rapidamente, os modelos geram texto escolhendo palavra por palavra. Não é tanto como os humanos, que pensam no assunto, é mesmo escolhendo palavra por palavra E agora o que vai acontecer é que as palavras vão ter certos padrões. Tu não vais saber quais são, vais poder detectá-los, mas não vais saber quais são. Imagina uma coisa simples como: o céu está cinzento ou o céu está acinzentado. Estás a perceber? E essa escolha das palavras pode criar um certo padrão. Vamos agora simplificar. Imagina apenas que sequências de quatro palavras que tenham três letras, três letras, quatro letras.

Ler a notícia completa no Observador ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

Mais de Observador

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›