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E Porque Hoje é Sexta

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E Porque Hoje é Sexta

E Porque Hoje é Sexta, neste verão de agosto, traz um cardápio de coisas boas, que não engordam. Comam, que está fresquinho o humor. Bom fim de semana e, se for o caso, boas férias.

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Dentro do ZIP existem mais de 100 FANTÁSTICAS imagens (para homens de barba rija e pessoas bem humoradas), fica aqui o convite a que saque e veja a totalidade das imagens.

O professor de ciências era muito nervoso. Um dia ele levou para a aula uma pata de um pássaro. Apontou para um aluno e perguntou: – Olhando esta pata de pássaro, responda-me: qual é a família, género e espécie do animal? – Como é que eu vou saber isso tudo com uma pata? – Seu ignorante – gritou o professor. – Você está suspenso! E pegando uma caneta e um papel, perguntou ao aluno: – Qual é o seu nome completo? O rapaz estendeu a mão para o professor e disse: – Adivinhe!

Conheceram-se. Casaram-se. Ela tinha um terrível mau hálito, ele transpirava horrivelmente dos pés. Aproximaram-se um do outro. Ela, encostando a boca o mais perto que podia do nariz dele, exclamou: – Querido, tenho uma coisa a confessar-te. Ele, sentindo o bafo fétido que aquelas palavras transportavam, aproveitou para retorquir: – Já sei. Engoliste as minhas meias!

O jovem casal, em viagem de núpcias, chega ao hotel e preenche a ficha na recepção. Muito gentil, o gerente pergunta: - Os senhores querem ser despertados pela portaria? - Sim, sim - responde a agitada noivinha. - Pode nos acordar à uma, às três, às cinco e às sete, por favor!

Um advogado e um engenheiro estão a pesca nas Caraibas. O advogado comenta: - Estou aqui porque minha casa foi destruída num incêndio com tudo que estava dentro. O seguro pagou tudo. - Que coincidência! - diz o engenheiro. - Minha casa também foi destruída num terremoto e perdi tudo. E o seguro pagou tudo. O advogado olha intrigado para o engenheiro e pergunta: - Como é que faz para provocar um terremoto?

Bruno Navalhas estava sendo julgado por assassinato. Havia evidências indiscutíveis sobre a culpa do réu, mas o cadáver não aparecera. Quase ao final da sua sustentação oral, o advogado, temeroso de que o seu cliente fosse condenado, recorreu a um truque:

– Senhoras e senhores do júri, senhor Juiz, eu tenho uma surpresa para todos! – disse o advogado a olhar para o seu relógio. – Dentro de dois minutos, a pessoa que aqui se presume assassinada, entrará na sala deste Tribunal. – E olhou para a porta. Os jurados, surpresos, também ansiosos, ficaram a fixar a porta. Decorreram-se dois longos minutos e nada aconteceu. O advogado, então, completou: – Realmente, eu falei e todos vocês olharam para a porta com a expectativa de ver a suposta vítima. Portanto, ficou claro que todos têm dúvida neste caso, se alguém realmente foi morto. Por isso insisto para que considerem o meu cliente inocente. (In dubio pro reo = na dúvida a favor do réu.) Os jurados, visivelmente surpresos, retiraram-se para a decisão final.

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