sábado, 10 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› 4h Seleção Sub-19 enfrenta Espanha na final do Mundial de Hóquei› "Partes do teto estavam a cair": João relata os minutos em que a terra tremeu no Panamá› "Existem cartas que aproximam Trump - e o seu estilo absolutamente transacional - de Putin"› Sismo no Panamá "não nos deve surpreender", mas mortes são "inevitáveis"› «Para ganhar aqui tínhamos de ser audazes»› Resgatadas as 13 crianças feitas reféns por homem armado numa escola no Brasil. Sequestrador foi abatido› Se o Estreito de Ormuz está aberto, porque é que a gasolina e o gasóleo continuam tão caros?› Muita pirotecnia nos festejos do golo da reviravolta do Sporting em Braga› "Se for transmitido em direto, não vou assistir". JD Vance recusa ver execução por fuzilamento de Nidal Hasan› Katie Zacharia é a nova porta-voz da Casa Branca após saída de Leavitt› 4h Seleção Sub-19 enfrenta Espanha na final do Mundial de Hóquei› "Partes do teto estavam a cair": João relata os minutos em que a terra tremeu no Panamá› "Existem cartas que aproximam Trump - e o seu estilo absolutamente transacional - de Putin"› Sismo no Panamá "não nos deve surpreender", mas mortes são "inevitáveis"› «Para ganhar aqui tínhamos de ser audazes»› Resgatadas as 13 crianças feitas reféns por homem armado numa escola no Brasil. Sequestrador foi abatido› Se o Estreito de Ormuz está aberto, porque é que a gasolina e o gasóleo continuam tão caros?› Muita pirotecnia nos festejos do golo da reviravolta do Sporting em Braga› "Se for transmitido em direto, não vou assistir". JD Vance recusa ver execução por fuzilamento de Nidal Hasan› Katie Zacharia é a nova porta-voz da Casa Branca após saída de Leavitt
Economia

Kristin. Oito meses depois ainda há 73 desalojados na região de Leiria

ECO ·
Kristin. Oito meses depois ainda há 73 desalojados na região de Leiria

Setenta e três pessoas continuam desalojadas devido ao mau tempo que atingiu o país no início do ano, revelou nesta quarta-feira o coordenador da Estrutura de Missão para a Reconstrução da Região Centro, Paulo Fernandes.

“Neste momento, temos 73 pessoas que podemos chamar dentro do programa desalojados, começámos com 300 pessoas”, afirmou Paulo Fernandes, numa audição, a pedido do PCP, na comissão parlamentar de Economia e Coesão Territorial, “a falta de resposta que permanece para a recuperação na sequência das intempéries em múltiplas vertentes da vida das populações” das regiões afetadas.

Paulo Fernandes salientou que “essas 73 pessoas estão, obviamente, em condições de dignidade”, com o contributo, entre outros, dos municípios e da Segurança Social.

“A questão é a retoma das suas habitações no caso em que as habitações ainda têm condições, que são a maioria, são danos severos, mas é possível ainda recuperá-las”, declarou.

“Através dos sistemas também que criámos, nomeadamente com investidores institucionais, conseguimos apoios muito importantes da sociedade civil, nomeadamente de algumas entidades, como a Cáritas, algumas fundações muito relevantes”, como a Jerónimo Martins, que têm dado apoio na parte habitacional, explicou o responsável da Estrutura de Missão.

De acordo com Paulo Fernandes, “uma outra vertente está a ser feita com o IHRU [Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana] a Secretaria de Estado de Habitação, nomeadamente com o programa Porta de Entrada e o programa 1.º Direito”.

“Não queremos que ninguém fique para trás também nessa vertente de habitação, são centenas de milhares de casas afetadas, mas os desalojados merecem, obviamente, uma atenção muito especial, assegurou.

O coordenador esclareceu que, no âmbito do apoio público à recuperação da habitação, “foram pagos até agora 100 milhões de euros”, sendo que a previsão é “105 milhões de euros”.

Já ao nível dos seguros na habitação, foram pagos mais de 550 milhões de euros.

“Na habitação, entre seguros e a componente do programa público, estamos com um valor pago superior a 600 milhões de euros, sendo que a estimativa final é de cerca de 700 milhões de euros”, acrescentou Paulo Fernandes.

Os apoios financeiros para reparar os estragos causados pela depressão Kristin, em 28 de janeiro, em habitações eram atribuídos no prazo máximo em três dias úteis nas despesas até cinco mil euros (com fotografias) e até 15 dias úteis nos restantes (danos entre cinco mil e dez mil euros, com vistorias da responsabilidade dos municípios).

Ler a notícia completa no ECO ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

Mais de ECO

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›