Aliados de Kiev comprometem-se com reforço urgente de defesas aéreas
A coligação da boa vontade para a Ucrânia, composta maioritariamente por países europeus, comprometeu-se hoje com o reforço urgente das defesas aéreas de Kiev, numa reunião que coincide com a celebração do 35.º aniversário da independência ucraniana.
Os países aliados de Kiev "expressaram a sua determinação em aumentar o apoio militar à Ucrânia, reforçar urgentemente as suas defesas aéreas, intensificar a cooperação com a sua indústria de defesa e partilhar tecnologias relevantes , incluindo através da Coligação de Mísseis Antibalísticos", segundo um comunicado conjunto dos governos da Alemanha, do Reino Unido e da França.
Entre os presentes na reunião realizada na capital ucraniana estiveram o primeiro-ministro britânico, Andy Burnham, e o presidente do Conselho Europeu, António Costa, tendo o Presidente francês, Emmanuel Macron, e o chanceler alemão, Friedrich Merz, participado por videoconferência, tal como o chefe da diplomacia de Lisboa, Paulo Rangel.
O ministro português sublinhou a vontade portuguesa de apoiar o apoio a Kiev no quadro da Coligação.
No final do encontro, o Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, indicou que os representantes de cerca de 30 países se comprometeram com o envio de novos pacotes de defesa aérea e apoio ao sistema energético, bem como financiamento adicional para a produção de drones.
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