domingo, 18 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Manifestantes continuam na Praça D. João I no Porto› 06h Ministro da Habitação elogia a reação do presidente da Câmara do Porto aos protestos› 05h Ministro da Habitação afasta responsabilidades do Governo pela crise na habitação› "Povo revoltado" sai à rua em protesto contra o aumento do custo de vida: "Este governo só quer governar a classe alta"› "Macron está em guerra contra nós": estudantes franceses entram na quarta semana de protestos› Morreu Joaquim Letria, um dos rostos mais conhecidos do jornalismo português› Este é o vídeo do momento (que foi denunciado por Montenegro)› Jovens apoiantes de Lula e Flávio Bolsonaro em confronto a uma semana da segunda volta› Jornalistas da TVI/CNN vivem momentos de tensão em protestos em Paris› Raias, peixes e tartarugas estão a surpreender cientistas em expedição na Madeira› Manifestantes continuam na Praça D. João I no Porto› 06h Ministro da Habitação elogia a reação do presidente da Câmara do Porto aos protestos› 05h Ministro da Habitação afasta responsabilidades do Governo pela crise na habitação› "Povo revoltado" sai à rua em protesto contra o aumento do custo de vida: "Este governo só quer governar a classe alta"› "Macron está em guerra contra nós": estudantes franceses entram na quarta semana de protestos› Morreu Joaquim Letria, um dos rostos mais conhecidos do jornalismo português› Este é o vídeo do momento (que foi denunciado por Montenegro)› Jovens apoiantes de Lula e Flávio Bolsonaro em confronto a uma semana da segunda volta› Jornalistas da TVI/CNN vivem momentos de tensão em protestos em Paris› Raias, peixes e tartarugas estão a surpreender cientistas em expedição na Madeira
Mundo

Israel aumenta atividade militar no sul do Líbano

Notícias ao Minuto - Mundo ·
Israel aumenta atividade militar no sul do Líbano

O s níveis mais elevados registaram-se no fim de semana, com 208 projéteis no sábado e 185 no domingo, num contexto de crescente tensão ao longo da fronteira entre os dois países, disse a missão da ONU num comunicado.

O aumento dos ataques tem um impacto direto na população civil, que volta a suportar as principais consequências da insegurança, alertou a Força Interina das Nações Unidas no Líbano (FINUL), citada pela agência de notícias espanhola EFE.

Numerosas famílias viram-se deslocadas ou tiveram de alterar as rotinas diárias perante o temor de novos episódios de violência e a incerteza quanto à evolução da situação, de acordo com a missão da ONU.

Perante o cenário, os efetivos da FINUL mantêm uma presença visível no terreno através de patrulhas e trabalhos de vigilância, além da desobstrução de vias, redução dos riscos associados a explosivos e facilitação do acesso humanitário.

A missão da ONU insistiu que a Resolução 1701 do Conselho de Segurança continua a ser o quadro de referência para restabelecer a estabilidade na zona.

Referiu também a necessidade de todas as partes renovarem o compromisso com os princípios para evitar um novo deteriorar da situação.

A FINUL, criada em 1978, desempenha um papel limitado na chamada "Linha Azul", que se estende por 120 quilómetros ao longo da fronteira sul do Líbano e do norte de Israel.

A força atua na vigilância da cessação das hostilidades entre as tropas israelitas e o Hezbollah, uma vez que o respetivo mandato não permite o uso da força.

As funções são reguladas pela Resolução 1701, aprovada por unanimidade pelo Conselho de Segurança da ONU em 2006, após a grave crise entre Israel e o grupo xiita apoiado pelo Irão.

O Presidente libanês, Joseph Aoun, defendeu hoje a prorrogação do mandato da FINUL, que "ajuda a fixar a população" e fomenta a estabilidade através da "cooperação e coordenação com o exército libanês".

"A nossa primeira opção é estender o mandato da FINUL", escreveu Aoun nas redes sociais, citado pela agência espanhola Europa Press (EP).

Aoun disse que a alternativa é "adotar um quadro que garanta a continuidade da presença de forças internacionais no sul, dentro dos parâmetros jurídicos exigidos".

As forças internacionais teriam de operar em conjunto e em coordenação com o exército libanês "para apoiar a estabilidade e a execução das tarefas atribuídas", afirmou.

O Presidente libanês criticou Israel por "se opor à presença das forças" da FINUL no sul e de estar há "quase um ano a exercer pressão" no âmbito das negociações entre as partes mediadas pelos Estados Unidos.

Ler a notícia completa no Notícias ao Minuto - Mundo ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - Mundo.

Mais de Notícias ao Minuto - Mundo

Ver tudo ›

Mais em Mundo

Ver tudo ›