quinta-feira, 22 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
Economia

PSI em baixa com BCP a descer quase 2%

Notícias ao Minuto - Economia ·
PSI em baixa com BCP a descer quase 2%

A bolsa de Lisboa estava hoje em baixa, com 11 empresas do PSI a caírem, lideradas pelo BCP que descia 1,92% para 1,10 euros por ação.

Cerca das 09:10 em Lisboa, o PSI recuava 0,69% para 9.309,81 pontos, com 11 empresas a descerem, duas a subirem e três a manterem a cotação (Altri em 4,34 euros, CTT em 5,49 euros e Sonae em 2,13 euros).

Às ações do BCP seguiam-se as da EDP, Corticeira Amorim e EDP Renováveis, que se desvalorizavam 1,24% para 4,70 euros, 1,02% para 6,76 euros e 0,91% para 11,98 euros.

A Teixeira Duarte e a Mota-Engil desciam ambas 0,90% para 0,44 euros e para 4,63 euros, enquanto a Ibersol e a REN baixavam 0,76% para 10,42 euros e 0,28% para 3,54 euros.

As outras três empresas que perdiam valor eram a Semapa (-0,20% para 19,48 euros), Jerónimo Martins (-0,16% para 18,28 euros) e a Navigator (-0,07% para 3,06 euros).

Em sentido contrário, a Galp e a NOS eram as únicas que se valorizavam, designadamente 0,67% para 20,65 euros e 0,19% para 5,20 euros.

Na Europa, as principais bolsas abriram hoje em baixa, perante as dúvidas geradas pela subida do petróleo, com o barril de Brent acima de 111 dólares, e os novos aumentos dos juros das dívidas soberanas europeias.

O euro estava em alta ligeira face ao dólar, acima de 1,12 dólares, e a valorizar-se 0,08% para 1,1241 dólares no mercado de câmbios de Frankfurt.

A escalada da tensão no Médio Oriente provocou uma nova subida do preço do petróleo.

Assim, o preço do contrato genérico de barril de Brent, de referência na Europa, avança 2,61% para 111,66 dólares.

A Guarda Revolucionária iraniana informou hoje que atacou quatro navios que realizavam "transferências ilegais de petróleo" no golfo Pérsico, enquanto outros três colidiram com minas no estreito de Ormuz.

Segundo a NBC News, os EUA estão a retirar tropas do Médio Oriente perante o risco de uma nova escalada das hostilidades na região, apesar de na quarta-feira o ministro dos Negócios Estrangeiros iraniano ter dito que Teerão e Washington mantêm negociações "sem interrupção" para pôr fim à guerra entre os dois países.

Por outro lado, a tensão em França e a situação orçamental fez com que na quarta-feira os juros da dívida francesa a 10 anos superasse pela primeira vez em 24 anos a barreira de 5%.

Hoje, os juros da dívida francesa subiam para 5,046%, um máximo desde julho de 2002, contra 5,012% na véspera.

Ler a notícia completa no Notícias ao Minuto - Economia ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - Economia.

Mais de Notícias ao Minuto - Economia

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›