Guterres despede-se da ONU com apelo à cooperação. Trump responde com ameaças
Foi a última vez.
António Guterres discursou esta terça-feira na abertura da Assembleia-Geral da ONU e fez a sua despedida.
O mandato termina a 31 de dezembro.
Ainda não há sucessor.
No balanço anual do “estado do mundo”, pediu cooperação.
Defendeu “um mundo construído sobre a interdependência”, sustentado por uma densa teia de ligações económicas, políticas, sociais e tecnológicas.
A alternativa, avisou, é a fragmentação.
“As linhas de fratura do nosso mundo estão a alargar-se”, disse, apontando as guerras, a subida das temperaturas e a inteligência artificial.
António Guterres reservou as palavras mais duras para as grandes potências.
Disse-lhes que
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