Violação e direito ao aborto: estamos mesmo a regressar à Idade Média?
Estamos em 2026 e as vítimas de violência sexual continuam a ser confrontadas com posições de quem se declara contra o aborto mesmo quando a gravidez resulta de uma violação.
Opiniões à parte, há algo que importa relembrar: a lei portuguesa prevê expressamente a interrupção da gravidez quando esta resulta de um crime contra a liberdade e autodeterminação sexual, e até às 16 semanas.
Não é uma questão de opinião.
É a lei.
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