As notícias das 4h
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Todos os dias continuam a surgir umas dezenas de pedidos de inscrição, como acontece desde pelo menos 2013. Acontece todos os anos e acontece durante todo o ano letivo. Aquilo que nós estamos a fazer é garantir que em 24 horas os alunos todos são colocados. Ontem tínhamos 54 alunos por colocar em todo o país. Desses 54, mais de 30 tinham se inscrito na sexta-feira à tarde. Obviamente, nós não conseguimos colocar na sexta-feira de manhã os alunos que só se inscrevem à tarde e por isso nós vamos ter sempre alguns alunos. Aquilo que o sistema está a fazer é colocá-los muito rapidamente.
O ministro da Educação, Fernando Alexandre, em declarações aos jornalistas à margem da cerimônia de assinatura do contrato para a construção do campus universitário do Barlavento, no Algarve. Mário Centeno não estará para José Luís Carneiro como Passos Coelho está para Montenegro. A direção do PS desvaloriza a possibilidade de uma eventual investida de Mário Centeno à liderança do partido. Ao Observador, o secretário nacional Luís Testa diz que não interpreta como críticas as recentes declarações do antigo ministro das Finanças e governador do Banco de Portugal sobre as propostas do líder socialista José Luís Carneiro. Diz, antes, que Centeno é um contribuinte líquido para futuras propostas do PS e um livre-pensador, uma expressão que não é inédita dentro do PS e que tem história. Foi usada por Pedro Nuno Santos quando, depois de sair do governo, passou a ter um espaço de comentário televisivo. Procurava demarcar-se do Executivo, mas sem entrar em rota de colisão com António Costa. O livre-pensador Pedro Nuno Santos acabaria, meses depois, por chegar à liderança do PS, na sequência da demissão do então primeiro-ministro e secretário-geral socialista. Para já, dentro do PS, parece não haver caminho para uma alternativa a José Luís Carneiro. Mesmo entre os socialistas mais críticos da atual direção, prevalece a convicção de que será Carneiro a conduzir o partido nas próximas legislativas e a ir a votos. Este é o artigo que por esta hora faz manchete em observador.pt. É assinado pela grande repórter Rita Tavares. E André Ventura diz que foram roubados ao Chega documentos que levantam suspeitas severas sobre o negócio da REN. Em entrevista à CNN Portugal, o líder do Chega falou do alegado assalto ao gabinete na Assembleia da República. Ventura tinha já dado conta de que teriam sido levados documentos relacionados com o Primeiro-ministro, com o Ministro da Administração Interna e em relação à gestão do SIRESP, mas agora fala também de documentos relacionados com o negócio da elétrica.
O exemplo da REN. Nós recebemos uma informação que levanta suspeitas severas sobre o negócio que foi feito na REN recentemente e sobre o investimento que o governo fez e que acabou por beneficiar algumas pessoas, algumas delas eventualmente, direta ou indiretamente, ligadas ao governo. Durante os outros 49 anos do 25 de Abril, desde o 25 de Abril, as pessoas ficavam caladas ou enviavam isto para qualquer sítio e ficavam à espera que saísse. Nós não.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.