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Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Uma manifestação. Notícias da meia-noite com Marti Madeira. Martim, o Movimento pela Habitação demarca-se das ameaças à casa do primeiro-ministro.

Em causa estão as declarações captadas em vídeo feitas ontem, onde um dos manifestantes deixava ameaças diretas a Luís Montenegro. Em declarações à Rádio Observador, Tiago Machado, o advogado que representa o movimento, lembra que qualquer pessoa pode prestar declarações nesta manifestação, mas garante que o movimento não subscreve, de qualquer forma, este tipo de comportamentos.

Nós estamos numa manifestação que é pública. O ingresso à manifestação é livre. Quem começa a falar, nós não sabemos previamente o que vai dizer, até porque não seria correto perguntar: "O que vais dizer? O que vais falar?" É evidente que quando se diz uma coisa dessas, nós não vamos subscrever. Estando eu ontem a apelar à ordem pública, quer na comunicação social falada, escrita ou qualquer que ela seja, a colocar em ponto de destaque a ordem pública, não vamos, naturalmente, subscrever isso. Nós somos completamente alheios e não estamos, em nenhum momento, de acordo com esse tipo de declarações.

A garantia deixada por Tiago Machado, advogado do movimento que esteve na Praça Dom João I. João Silveira, um dos porta-vozes do grupo, garante que se tratam apenas de palavras de ordem e que não houve qualquer incitamento à violência.

Estavam cá mais de mil pessoas ontem. É verdade que houve pessoal que aplaudiu, mas sobretudo o sentimento e não as ações. Há uns anos também houve várias palavras de ordem aqui no Porto sobre ocupar-se a casa do Rui Moreira. Isso, obviamente, nunca passou à prática. É uma palavra de ordem, é meramente figurativo. Nunca seria para ser levado à prática e mesmo que fosse, chumbaria por unanimidade. Portanto, não é uma ameaça real, é o senhor primeiro-ministro a querer, de facto, armar um espantalho à nossa volta, a querer que nós percamos a nossa integridade, quando a nossa integridade está perfeitamente intacta. Para além de que mais, se fosse preciso invadir uma casa do senhor primeiro-ministro, seria preciso escolher qual das 54.

João Silveira, porta-voz deste movimento, em declarações à Rádio Observador.

Vídeo esse, Martim, que foi denunciado por Luís Montenegro aos jornalistas no final da cimeira do Conselho Europeu.

Um vídeo que foi descrito pelo primeiro-ministro como preocupante e que Montenegro diz apelar à violência e à importação do conflito de outros países para Portugal. Nas imagens, é possível ouvir um manifestante a ameaçar atacar a residência do primeiro-ministro com um tijolo e a incentivar a descoberta da morada de Luís Montenegro. Estas palavras foram proferidas por este manifestante na noite de ontem, portanto, um dia depois da carga policial.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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