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As notícias das 2h

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Boa noite, o meu nome é Maria Miguel Marques, vamos às notícias. Começamos com a ameaça de moção de censura apresentada pelo Chega ao governo. O Bloco de Esquerda recusa participar num campeonato de radicalização da direita. A moção de censura foi prometida por André Ventura, isto se as polémicas em torno de Luís Neves não fossem resolvidas. O coordenador do Bloco de Esquerda, José Manuel Pureza, considera que o governo merece censura noutros assuntos e afirmou que a possível moção anunciada pelo Chega não tem nada a ver com isso.

O governo merece censura na habitação, o governo merece censura na educação, o governo merece censura na saúde. Esta moção de censura não tem nada a ver com isso. Esta moção de censura serve basicamente para um campeonato de radicalização entre os partidos da direita. É uma coisa entre eles. E para esse peditório, o Bloco não dá.

Declarações de José Manuel Pureza à margem de uma concentração do movimento "Deslarguem a Arrábida", em Setúbal. O líder do Bloco diz ainda que a posição do ministro da Administração Interna é cada vez mais insustentável. No entanto, separa essa questão da iniciativa do Chega. A Mariana Leitão acusa o governo de falsas promessas, declarações que marcam a rentrée da Iniciativa Liberal no Algarve. A líder do partido diz mesmo que Luís Montenegro enganou muitos portugueses. Sob o olhar de figuras grandes do partido, como João Cotrim Figueiredo e Bernardo Blanco, Mariana Leitão acusa Luís Montenegro de mentir quanto a reformas e diz que o governo ignora a classe média.

O discurso reformista de Luís Montenegro não passou de uma mentira eleitoral. Enganou muitos portugueses. Portugueses que hoje já não confiam o seu voto ao PSD porque perceberam que só na Iniciativa Liberal esse voto está seguro e é respeitado. A classe média está sob ataque e é ignorada por quem nos governa. E sabem por quê? Eu digo-vos. Porque a classe média há muito deixou de pesar nas urnas como pesava antes.

Mariana Leitão, que afirma ainda estar farta de discursos vazios, pelo que exige reformas para o país.

Estou farta de discursos vazios, estou farta de grupos de trabalho e relatórios inconsequentes. Estou farta de diagnósticos que se repetem legislatura após legislatura. Não interpretem mal. Sei as dificuldades que temos pela frente. Não me apresento aqui com mentiras, nem com populismos, a dizer que tudo se resolve de forma fácil, simples ou imediata. Mas sou uma mulher de ação, sempre fui. Tenho a iniciativa e a energia para exigir reformas, não remendos, para vencer a apatia e contrariar o discurso condescendente que tudo bloqueia.

A presidente da Iniciativa Liberal, Mariana Leitão, durante a rentrée política da IL, assinalada na noite de sábado no Calçadão da Quarteira. Foi identificado o segundo assaltante do gangue do Rolex, está em fuga e pode já ter saído do país. Teria chegado há poucos dias a Lisboa e pertence a um grupo criminoso da América do Sul responsável por vários assaltos violentos nas ruas da capital, a condutores de veículos topo de gama e com outros sinais exteriores de riqueza.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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