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MNE alemão diz que compra pela Lufthansa vai fortalecer a Europa como localização

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MNE alemão diz que compra pela Lufthansa vai fortalecer a Europa como localização

O chefe da diplomacia alemã, Johann Wadephul, defendeu esta sexta-feira, 16 de outubro, junto do homólogo português, que a aquisição de parte da TAP pela companhia aérea alemã Lufthansa vai “fortalecer a Europa como localização” e permitirá criar novos empregos.

Numa conferência de imprensa conjunta em Berlim, após um encontro com Paulo Rangel, o ministro dos Negócios Estrangeiros alemão destacou a “estreita cooperação estratégica” entre Portugal e Alemanha.

Para Wadephul, a decisão do Governo português de escolher a companhia aérea alemã Lufthansa para adquirir parte do capital da TAP vai nesse sentido.

“Muito está a ser investido nesta parceria, especialmente em Portugal, e muitos contactos, cooperações e novos empregos vão surgir”, destacou na mesma conferência de imprensa, transmitida em direto através a plataforma Youtube.

O ministro alemão comentou que a Lufthansa está a construir uma nova fábrica em Portugal.

“Isto mostra que a nossa cooperação fortalece a Europa como localização.

Isto aplica-se à TAP e à Lufthansa, mas também a outras 700 empresas alemãs que estão ativas em Portugal e estão a investir e, assim, a impulsionar a inovação, por exemplo na produção de microchips”, referiu.

Por seu lado, o ministro Paulo Rangel afirmou que o Governo português está “muito satisfeito” com o negócio, que classificou como “um enorme sucesso”.

“Algo que distingue as empresas alemãs é a mentalidade.

Isso significa que pensam a médio e longo prazo.

E claro, isso também ficou muito claro nesta transação”, comentou.

O ministro de Estado e dos Negócios Estrangeiros português disse esperar que a compra seja concluída no próximo ano, “com base nas regulamentações europeias” e fez votos de que o negócio “traga frutos positivos para ambos os países, mas também para a Europa”.

E, destacou, “é também muito favorável para ambas as empresas”.

Juntamente com a TAP, a Lufthansa terá 20% do tráfego para a América do Sul, enquanto atualmente detém “apenas entre oito a nove por cento”, exemplificou.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.

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