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00h. Ventura acusa PM de estar condicionado no caso MAI

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00h. Ventura acusa PM de estar condicionado no caso MAI

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Começamos esta edição da meia-noite com André Ventura, que acusa o primeiro-ministro de estar condicionado, no caso, Luís Neves, e garante que quem investiga os políticos não deve passar a ser colega deles.

É o que diz o líder do Chega no canal NAU. André Ventura foi esclarecer a ameaça de moção de censura anunciada pelo Chega, uma ameaça que ainda tem de ser avaliada pelo partido, cuja decisão final será anunciada amanhã, e que André Ventura diz depender da resolução do caso a envolver o ministro da Administração Interna. Na entrevista, o líder do Chega diz que Luís Neves tinha os casos do primeiro-ministro na mão, por exemplo, o caso da Spinumviva, enquanto era líder da PJ, e que, portanto, nunca devia ter passado para ser colega de Montenegro. André Ventura diz mesmo que o primeiro-ministro está condicionado.

Faz-me confusão e aumenta umas suspeitas circuladas e a circular no espaço público que o primeiro-ministro também não está assim tão livre para falar sobre isto. Vou dizer que Luís Montenegro está condicionado e que nunca o vi tão condicionado e sem autoridade. Luís Neves, com o passado que tem, e tem, isso é indiscutível, tinha tido a Spinumviva na sua mão e na investigação da Polícia Judiciária, vários casos que envolviam o primeiro-ministro e passou para colega do primeiro-ministro. De facto, isto para qualquer pessoa que veja um bocadinho de fora, é um erro. É um erro político, é um erro moral, é um erro social. Quem investiga os políticos não deve passar para colega dos políticos.

Para além destas declarações, André Ventura afirma ainda que a Comissão Parlamentar de Inquérito avançaria independentemente de Luís Neves continuar no cargo ou não.

Mesmo que o ministro Luís Neves saísse, entretanto, por hipótese do governo, o Chega manteria essa comissão parlamentar de inquérito?

A comissão parlamentar de inquérito não tem só a ver com Luís Neves, tem a ver com uma forma de gestão que agora conhecemos, numa instituição das mais prestigiadas do país, em que tenho a certeza que os primeiros que querem esta transparência são os que lá estão.

Aqui as declarações de André Ventura ao NAU, onde também o líder do Chega diz que viu alguns avanços quando fez esta ameaça de moção de censura relativamente a algumas ações tanto do Executivo, como também de António José Seguro. André Ventura fala que este caso Luís Neves é uma ameaça real à República. Acha também que o país não leva a sério o ministro e garante que esta comissão parlamentar de inquérito e esta moção de censura não é por motivos de vingança, como teriam acusado o Chega de que estaria a avançar com esta comissão parlamentar de inquérito ao ministro Luís Neves, por outras investigações que aconteceram, feitas por Luís Neves quando era diretor da PJ, a membros do Chega.

E Martim, o presidente da República promulgou a chamada Lei do Retorno.

O diploma foi aprovado na Assembleia da República com os votos a favor do PSD, CDS e Iniciativa Liberal. O Chega absteve-se e a esquerda votou contra.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

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