sexta-feira, 9 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Portugueses detidos em Israel chegam este sábado a Portugal› Sem excêntricos, jackpot do Euromilhões engorda. O que vem para Portugal?› "Confiamos que o orçamento tem de ser equilibrado", diz Leitão Amaro› População de Boticas trava trabalhos de mineração de lítio› Violações em Portugal atingem número recorde› Rei de Marrocos defende maior reforço na luta contra a imigração irregular› Jovens manifestantes envolvidos em confrontos com a polícia em Bruxelas› Salários, sindicalismo e Segurança Social são prioridades da UGT para os próximos quatro anos› ULS com financiamento máximo de 14 mil milhões e prémios de desempenho em 2027› Lula faz comício em reduto bolsonarista e eleitores estranham falta de material de campanha› Portugueses detidos em Israel chegam este sábado a Portugal› Sem excêntricos, jackpot do Euromilhões engorda. O que vem para Portugal?› "Confiamos que o orçamento tem de ser equilibrado", diz Leitão Amaro› População de Boticas trava trabalhos de mineração de lítio› Violações em Portugal atingem número recorde› Rei de Marrocos defende maior reforço na luta contra a imigração irregular› Jovens manifestantes envolvidos em confrontos com a polícia em Bruxelas› Salários, sindicalismo e Segurança Social são prioridades da UGT para os próximos quatro anos› ULS com financiamento máximo de 14 mil milhões e prémios de desempenho em 2027› Lula faz comício em reduto bolsonarista e eleitores estranham falta de material de campanha
Mundo

EUA concedem vistos a Teerão para participar em Assembleia-Geral da ONU

Notícias ao Minuto - Mundo ·
EUA concedem vistos a Teerão para participar em Assembleia-Geral da ONU

"E m conformidade com as nossas obrigações enquanto país anfitrião, a delegação principal do regime iraniano poderá participar na semana de alto nível da Assembleia-Geral das Nações Unidas", afirmou um porta-voz do Departamento de Estado norte-americano.

Uma fonte próxima confirmou à agência de notícias francesa AFP que a medida se aplica, de facto, ao chefe de Estado iraniano e também ao ministro dos Negócios Estrangeiros, Abbas Araghchi.

Tal como no ano passado, os representantes iranianos estarão sujeitos a algumas restrições de deslocação durante a sua estada em Nova Iorque e também à proibição de adquirir artigos de luxo.

Além disso, a delegação de Teerão será mais pequena este ano, precisou ainda o Departamento de Estado.

A medida é invulgar devido ao conflito entre o Irão e os Estados Unidos, que dura há mais de seis meses, e à ausência de sinais de que estejam iminentes acordos para reabrir o Estreito de Ormuz ou retomar as negociações sobre o programa nuclear iraniano.

Ocorre também numa altura em que os rebeldes iemenitas Huthis, apoiados pelo Irão, intensificaram os ataques às infraestruturas sauditas e às embarcações no mar Vermelho — outra importante rota marítima da região, onde os obstáculos têm contribuído para uma escalada dos preços globais do petróleo.

Além disso, o Irão continua a ser o principal Estado patrocinador do terrorismo no mundo, segundo os Estados Unidos, que impuseram sanções significativas ao país e lançaram, nas últimas semanas, uma nova campanha destinada a cortar "canais financeiros vitais".

Como país onde se situa a sede das Nações Unidas, os Estados Unidos têm geralmente uma capacidade de ação limitada no que diz respeito a impedir a deslocação de líderes estrangeiros para participar na Assembleia-Geral.

No entanto, o país já anteriormente negou vistos — ou desencorajou pedidos — de líderes envolvidos em conflitos em curso com os Estados Unidos.

Para as reuniões dos líderes mundiais na ONU no ano passado - realizadas antes do início da guerra com o Irão, a 28 de fevereiro, mas após os ataques aéreos norte-americanos e israelitas a instalações nucleares iranianas, em junho de 2025 -, o Departamento de Estado aprovou também um número limitado de vistos para diplomatas iranianos, mas impôs restrições rigorosas às deslocações da delegação.

A decisão sobre os vistos iranianos foi anunciada apenas um dia depois de o Departamento de Estado ter negado vistos ao presidente palestiniano, Mahmud Abbas, e à sua delegação para participarem na Assembleia-Geral.

A diplomacia norte-americana acusou a Autoridade Palestiniana — que administra partes da Cisjordânia ocupada por Israel — de tentar "internacionalizar" a guerra entre Israel e o movimento islamita palestiniano Hamas na Faixa de Gaza, ao apresentar casos no Tribunal Internacional de Justiça (TIJ) e no Tribunal Penal Internacional (TPI), bem como de continuar a pagar ajudas financeiras a prisioneiros detidos em Israel por ataques a cidadãos israelitas.

A Autoridade Palestiniana condenou a medida e classificou as ações de Israel como "a verdadeira ameaça à solução de dois Estados e a perspetivas de paz".

Afirmou igualmente que se manteve empenhada em n

Ler a notícia completa no Notícias ao Minuto - Mundo ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.noticiasaominuto.com — o conteúdo pertence a Notícias ao Minuto - Mundo.

Mais de Notícias ao Minuto - Mundo

Ver tudo ›

Mais em Mundo

Ver tudo ›