VÍDEO: guarda-redes do Botafogo suturado com 15 pontos após choque violento
A eliminação do Botafogo nos oitavos de final da Taça Sul-Americana, pelo Cienciano, foi um pesadelo sem fim para o clube carioca.
Depois da goleada por 6-1 sofrida no jogo da primeira mão , a equipa brasileira só conseguiu vencer por 1-0 no segundo jogo, despedindo-se da prova sem glória.
Para além disso, viu o guarda-redes Warleson deixar o jogo, perto do intervalo, na sequência de um choque violento com Alejandro Hohberg, avançado do Cienciano.
O guardião brasileiro acabou substituído pelo ex-Santa Clara, Gabriel Batista, e foi suturado com 15 pontos no queixo, que ficou em muito mau estado.
É muito provável que Warleson falhe o jogo com o Athletico Paranaense, na madrugada da próxima terça-feira, para a 24.ª jornada do Brasileirão.
Após ter soado o apito final no Botafogo-Cienciano, instalou-se a confusão no relvado do Estádio Olímpico Nilton Sampaio, com elementos das duas equipas a trocarem-se de razões.
Na origem dos desacatos, que obrigaram à intervenção das forças de segurança, esteve uma tirada do treinador do Cienciano, Horacio Melgarejo, na ressaca do 6-1 da primeira mão: «Podem-me perguntar o que quiserem, menos por que não fizemos mais golos.»
Alex Telles, antigo jogador do FC Porto, foi um dos mais exaltados durante os tumultos no relvado e confirmou que a frase não caiu bem no balneário do Botafogo.
«Eles tiveram mérito, fizeram um grande jogo no Peru, e nós não fomos eficazes aqui. Mas há coisas que passam pelo futebol e que requerem respeito. Pelas declarações dele (treinador do Cienciano) lá, acho que foi muito infeliz. Só quisemos cobrar esse respeito na nossa casa, porque não admitimos esse tipo de coisas. Obviamente que, depois de não termos conseguido o resultado, a cabeça ficou um pouco quente. E, quando a confusão começa, é difícil de travar. Mas estávamos na nossa casa e só exigimos respeito. Acho que ele desrespeitou o Botafogo e nós não vamos aceitar isso», explicou o lateral-esquerdo, de 33 anos, à imprensa brasileira.
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