segunda-feira, 12 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
Últimas

As notícias das 9h

Observador ·
As notícias das 9h

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

E, por isso, o Ministro da Educação vai voltar a ser ouvido no Parlamento sobre as falhas na correção dos exames por via digital, um processo que marcou o final do último ano letivo. O Secretariado Nacional do PS propôs ao grupo parlamentar que votasse a favor da Comissão Parlamentar de Inquérito. Já à noite, em entrevista à Sic Notícias, o secretário-geral socialista, José Luís Carneiro, confirmou o voto.

Nós viabilizaremos essa comissão de inquérito por dois motivos. Primeiro, há que esclarecer a relação entre o desmantelamento que foi feito de várias estruturas do Ministério da Educação e os seus efeitos, nomeadamente no caos que se instalou nos exames de acesso ao ensino superior. Por outro lado, por que se avançou de forma intempestiva para esta transição, não auscultando a opinião de quem teria alertado o próprio ministério que não havia condições para avançar?

A Comissão Parlamentar de Inquérito sobre o processo de classificação digital dos exames nacionais foi proposta pelo Bloco de Esquerda. É votada amanhã no Parlamento e tem, assim, a aprovação garantida.

E falamos agora de outra comissão parlamentar de inquérito, mas que foi rejeitada, a CPI ao caso Luís Neves. André Ventura pode encontrar-se hoje com Aguiar Branco.

Uma reunião privada, que deverá acontecer ainda hoje, de acordo com o jornal "Público", surge depois de ontem o presidente da Assembleia da República ter rejeitado a iniciativa do Chega. Aguiar Branco explica que encontrou desconformidades no pedido do partido. André Ventura acusou o presidente do Parlamento de defender o sistema. Há dois caminhos que Ventura pode agora seguir: pode recorrer da decisão de Aguiar Branco ou apresentar uma nova proposta de CPI. Na análise, o publisher do Observador, José Manuel Fernandes, sai em defesa da posição assumida pelo presidente da Assembleia da República.

O que o Chega pretende é uma suspensão, mas implica, neste caso, opções do Ministério Público. E opções do Ministério Público, o estatuto que o Ministério Público tem já não é investigar a Polícia Judiciária, é investigar o Ministério Público. Fica aqui uma nuvem, uma nebulosa, que eu creio que Aguiar Branco, basicamente, aquilo que esteve a dizer e que fez na primeira resposta à proposta do Chega, e o Chega depois insistiu com outra proposta, e agora vamos ver se não se faz uma terceira, logo se verá. Eu creio que vamos acabar por ter, de alguma forma, uma comissão de inquérito, em este caso, havendo aquela hipótese de, se não passar a do Chega, a do JDIP pode ser sempre bloqueada pelos dois grandes partidos, mas da forma como as coisas estão, não tenho a certeza que isso vá acontecer.

Este é o tema que faz manchete a esta hora no site do Observador. O secretário-geral do PCP considera que a fixação dos preços dos combustíveis deve acontecer o quanto antes. A ministra do Ambiente e da Energia já afastou essa ideia e diz que só será implementada em último caso.

O Partido Comunista tem hoje mais de uma centena de protestos marcados em todo o país contra o aumento do custo de vida.

Ler a notícia completa no Observador ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

Mais de Observador

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›