As notícias das 10h
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A presidente da Câmara de Almada avisa que o acordo entre o município, a EPAL e os SEMAS para estudar uma solução de abastecimento de água pro conselho vai levar dois a três anos a concretizar.
Almada voltou a enfrentar vários problemas este verão com o abastecimento de água. O conselho esteve em estado de alerta. Esta manhã, no Explicador, a autarca explica que o estudo é o primeiro passo para ter um sistema resiliente de abastecimento entre a margem sul e norte. Inês Medeiros diz que a concretização do acordo depende da rapidez dos trabalhos e, por isso, aponta o prazo de dois a três anos.
É muito importante lembrar às pessoas que não é amanhã que esta solução está operacional.
Os prazos que se estimam são de dois a três anos. Mas isso também depende da celeridade, porque para além da obra, é muito importante que todas as entidades responsáveis, em termos ambientais e pela certificação da qualidade da água, alinhem e estejam conosco.
A presidenta da Câmara de Almada revela que o Conselho tem encontrado um número surpreendente de desvios de água para fazer face ao problema. Inês de Medeiros explica que a fiscalização foi aumentada através da contratação de uma empresa externa.
Reforçamos o nosso sistema de fiscalização, e os primeiros resultados são, de facto, impressionantes e por isso estamos a contratar uma empresa só para esse facto, porque o que nós temos estado a encontrar neste reforço da fiscalização, é muito surpreendente. Estamos a encontrar desvios onde não esperávamos.
A presidenta da Câmara de Almada, Inês de Medeiros, convidada do Explicador desta manhã sobre o acordo entre o município, a EPAL e os SEMAS, vai ser assinado hoje para estudar uma solução de abastecimento de água no Conselho. A autarca lembra que a maior parte da água de Almada vem de furos do Conselho vizinho, o Seixal.
A Câmara de Cascais gastou €175 mil do PRR na inauguração de uma escola. A cerimônia teve a presença do Presidente da República e do Primeiro-Ministro, mas nem Belém nem São Bento comentam o custo do evento.
Um evento de dois dias, o primeiro a 5 de setembro, que contou com a presença da comunidade escolar, o último na passada segunda-feira. António José Seguro e Luís Montenegro estiveram ao lado do Ministro da Educação e do presidente da autarquia para a inauguração da nova Escola Secundária de Cascais. O projeto, que substitui a antiga escola, provisória há 50 anos, teve um custo superior a €32 milhões, foi cofinanciada pelo PRR. Os gastos da inauguração foram cerca de €175 mil. A autarquia justifica, diz que o PRR prevê a realização de eventos com relevante impacto midiático para projetos que receberam mais de €100 milhões.
A Rádio Observador falou há poucos minutos com João Rodrigues dos Santos, vereador do Chega, com pelouros no Executivo de Cascais. Considera que talvez esta regra do PRR esteja desajustada.
Mas João Rodrigues dos Santos diz também que a Câmara apenas cumpriu as regras.
O Chega Cascais considera que efetivamente foi cumprido aquilo que está regulamentado nas normas de comunicação do PRR.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.