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Haakon da Noruega, o recém-chegado a uma nova geração de monarcas europeus

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Haakon da Noruega, o recém-chegado a uma nova geração de monarcas europeus

Haakon VIII tornou-se esta sexta-feira, 28 de agosto, rei da Noruega, depois da morte do seu pai, Harald V, e, com apenas 53 anos, junta-se assim a uma nova geração de monarcas abaixo dos 60 que atualmente ocupam o trono em vários países da Europa.

Um deles é Guilherme-Alexandre, dos Países Baixos, atualmente com 59 anos, e aquele que há mais tempo está no trono.

O rei neerlandês tornou-se chefe de Estado a 30 de abril de 2013, com apenas 46 anos, depois da mãe, a rainha Beatriz ter decidido abdicar do trono, sendo na altura o monarca mais novo em funções na Europa.

Guilherme-Alexandre é ainda o primeiro monarca homem dos Países Baixos desde a morte do seu trisavô, Guilherme III, em 1890.

Piloto entusiasta, já confessou que, se não fosse membro da realeza, teria sido piloto comercial, idealmente de aviões de grandes dimensões, como os Boeing 747.

Mas como a vida lhe reservou outro destino, durante o reinado da mãe, pilotava regularmente o avião da família real neerlandesa em viagens oficiais.

Mesmo assim, em maio de 2017, Guilherme-Alexandre revelou que trabalhava discretamente como copiloto na KLM desde a década de 1990, pilotando aeronaves Fokker 70 em voos comerciais da KLM Cityhopper duas vezes por mês, mesmo depois de ter assumido o trono, dizendo que raramente é reconhecido quando está fardado.

Após a reforma do Fokker, passou a pilotar o Boeing 737 e, ano passado, passou a pilotar Airbus A321neo.

O rei Willem-Alexander, a rainha Máxima e as princesas Catharina-Amalia, Alexia e Ariane surgem à varanda do palácio real após a abdicação de da rainha Beatriz, em 2013.

Mais com os pés na terra, outro dos sub-60 é Felipe VI de Espanha, de 58 anos.

Tal como Guilherme-Alexandre, o monarca espanhol subiu ao trono aos 46 anos, quando o pai, Juan Carlos I, decidiu abdicar, corria o ano de 2014.

No seu discurso de entronização, Felipe VI prometeu “monarquia renovada para uma nova era”, tendo em mente a tarefa de restabelecer a imagem da Casa Real espanhola, manchada pelos mais diversos escândalos – desde as questões românticas e financeiras do pai, que entretanto se mudou para o Dubai, aos problemas judiciais do ex-cunhado Iñaki Urdangarin.

Nesse sentido, estabeleceu também uma distinção entre a família real e a família do rei, deixando as suas irmãs e os descendentes destas fora da família real e, por isso, sem exercer a representação institucional da Coroa.

Felipe VI preside à sessão de abertura da 14. ª legislatura das Cortes Gerais, em 2020.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.

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