domingo, 11 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Buscas por pescador desaparecido em Peniche interrompidas› I Liga. Arouca-Estrela da Amadora› Manchester City supera revolta de Anfield e segue líder isolado em Inglaterra› Montenegro diz que subida do preço dos combustíveis é ”insensata”› Portugueses descrevem clima de apreensão após ataque ao aeroporto de Riade› Ataque dos Houthis a aeroporto de Riade faz 12 mortos› Duas promessas juntam quatro amigas a caminho de Fátima. "A bondade humana não tem fé, deve ser comum a toda a gente"› "Os médicos detetaram-me um nódulo circunscrito no pulmão". Papa revela que vai ser operado› Jovem paquistanês é esfaqueado em Lisboa. Suspeitos continuam em fuga› Iolanda lança 'Quebranto' para "conseguir estar mais perto de casa"› Buscas por pescador desaparecido em Peniche interrompidas› I Liga. Arouca-Estrela da Amadora› Manchester City supera revolta de Anfield e segue líder isolado em Inglaterra› Montenegro diz que subida do preço dos combustíveis é ”insensata”› Portugueses descrevem clima de apreensão após ataque ao aeroporto de Riade› Ataque dos Houthis a aeroporto de Riade faz 12 mortos› Duas promessas juntam quatro amigas a caminho de Fátima. "A bondade humana não tem fé, deve ser comum a toda a gente"› "Os médicos detetaram-me um nódulo circunscrito no pulmão". Papa revela que vai ser operado› Jovem paquistanês é esfaqueado em Lisboa. Suspeitos continuam em fuga› Iolanda lança 'Quebranto' para "conseguir estar mais perto de casa"
Economia

A gerir pelo retrovisor ou pelo para-brisas?

ECO ·
A gerir pelo retrovisor ou pelo para-brisas?

Um querido professor de Finanças, hoje reformado, começava invariavelmente a primeira aula com uma provocação: “gerir uma empresa com base na informação contabilística é como conduzir um automóvel a olhar apenas para o retrovisor”.

Depois de muitas aulas de Contabilidade, a frase cumpria bem o seu propósito – chamava a atenção dos alunos.

A frase é deliberadamente exagerada, mas levanta um problema real.

Muitas empresas construíram sistemas de controlo sofisticados para explicar o passado, mas continuam a ter dificuldade em antecipar o futuro .

É aqui que importa distinguir dois tipos de indicadores: os lagging indicators , que medem resultados já alcançados, e os leading indicators , que acompanham os comportamentos, processos e condições que tendem a anteceder esses resultados.

Receita, margem, EBITDA, churn, absentismo ou rentabilidade são exemplos de indicadores lagging .

São fundamentais.

Permitem avaliar o desempenho, comparar resultados e perceber se os objetivos foram atingidos.

Mas têm uma limitação óbvia: quando aparecem, o resultado já aconteceu.

Se as vendas caíram este mês, a causa provavelmente começou antes.

Talvez tenham diminuído os contactos comerciais, o número de reuniões com potenciais clientes ou as propostas enviadas.

Talvez o pipeline estivesse a perder força há várias semanas.

O mesmo acontece com os clientes.

O churn é o resultado final.

Ler a notícia completa no ECO ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

Mais de ECO

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›