A empresa que desaprendeu a esperar
São 22h47.
O telemóvel vibra.
“Precisamos de decidir isto hoje.” Já recebi esta mensagem muitas vezes.
E, provavelmente, também já a enviei.
Durante anos, a minha reação foi quase automática: abrir, responder, decidir.
Afinal, é isso que se espera de um líder, certo? Estar disponível.
Resolver.
Não deixar problemas para amanhã.
Hoje tenho mais dúvidas.
Naquela noite não havia uma fábrica parada.
Não havia um cliente a cancelar.
Não havia pessoas em risco.
Havia apenas uma frase que se tornou perigosamente normal nas empresas: “É urgente.” Respondi.
Alguém enviou outro e-mail .
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em www.dn.pt — o conteúdo pertence a Diário de Notícias.