Justin Baldoni condenado a pagar 400 mil dólares a Blake Lively em despesas legais
O ator e cineasta Justin Baldoni terá de pagar 400 mil dólares à sua colega de elenco no filme "It Ends With Us", Blake Lively, pelas despesas da batalha legal por comportamento inadequado e difamação, que ambos concordaram em resolver antes de chegar a julgamento.
O juiz do caso, Lewis Leman, decidiu esta quarta-feira o montante que Baldoni terá de pagar a Lively em honorários de advogados e outras despesas legais, que inclui cerca de 363 mil dólares em honorários de advogados e é muito inferior aos cerca de oito milhões de dólares reclamados pela atriz.
No documento, Leman considera que Lively tem direito a um reembolso "razoável", mas apresenta vários exemplos em que a atriz não justifica adequadamente as despesas que reclamava.
A defesa de Baldoni reagiu positivamente à decisão, considerando-a uma "vitória", uma vez que o montante corresponde a 5% do valor reclamado por Lively, enquanto a defesa desta também considerou a decisão um sucesso por representar "consequências reais para as alegações de retaliação".
Lively, de 38 anos, apresentou uma queixa contra Baldoni em 2024, acusando-o de comportamento inadequado durante as filmagens do filme realizado por este e de levar a cabo uma campanha de difamação contra ela.
O juiz rejeitou, em abril passado, a maioria das acusações apresentadas por Lively, incluindo as alegações de assédio, difamação e conspiração, e o acordo entre os atores, assinado em maio para evitar um julgamento, resolveu as restantes, relacionadas com incumprimento de contrato e retaliação.
Lively e Baldoni renunciaram ao direito de recorrer no processo encerrado e comprometeram-se também a não recorrer da decisão do juiz sobre o reembolso das despesas legais.
Baldoni, de 42 anos, apresentou uma ação judicial no valor de 400 milhões de dólares contra Lively e o seu marido, Ryan Reynolds, acusando-os de difamação e extorsão, que foi rejeitada em junho, tal como outra ação por difamação no valor de 250 milhões de dólares contra o The New York Times, que publicou as acusações de Lively.
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