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Setor eólico prevê instalações recorde na Europa. Portugal entre os que mais expandem

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Setor eólico prevê instalações recorde na Europa. Portugal entre os que mais expandem

“ A Europa está a caminho de registar um ano recorde na energia eólica ”, afirma a associação europeia do setor, WindEurope, com base no relatório de Outono, lançado esta terça-feira.

A Alemanha impulsionou as instalações a nível europeu no primeiro semestre, mas Portugal também tem algum destaque: está entre os dez países do continente que mais expandiram a respetiva capacidade eólica terrestre, e é o 12.º que mais deverá instalar eólicas em terra até ao final da década.

No primeiro semestre de 2026, foram instalados 8,8 gigawatts de nova capacidade, 30% acima do registado em 2025, e o suficiente para abastecer cerca de sete milhões de famílias , substituindo importações equivalentes a 25 navios metaneiros de gás natural liquefeito ao ano.

Com este registo, “a expansão de eólicas na Europa está a caminho de um ano recorde” , lê-se no comunicado partilhado pela associação com a imprensa.

Até ao final do ano, a WindEurope espera que sejam instalados 24 gigawatts de nova capacidade eólica no Velho Continente.

As instalações, nos primeiros seis meses de 2026, foram impulsionadas pela Alemanha.

Os germânicos adicionaram 3,4 gigawatts (GW) de eólicas, somando aquelas que foram erguidas tanto no mar como em terra.

Mas a associação destaca ainda Dinamarca, Ucrânia, Polónia, França e, finalmente, Portugal, como países onde o volume de instalações também “subiu significativamente”.

Portugal no top dez das instalações em terra A instalação de torres eólicas onshore (em terra) ascendeu a 6,5 gigawatts até junho de 2026, mais meio gigawatt que no mesmo período do ano anterior.

O grande impulsionador deste número foi a Alemanha, que instalou mais de um terço da capacidade em causa: 2,4 GW.

Espanha coloca-se em segundo lugar, embora tenha adicionado menos capacidade do que no primeiro semestre do ano anterior.

Nos três últimos lugares – do grupo dos dez maiores instaladores – estão a Turquia, Portugal e Reino Unido .

Portugal adicionou 199 MW e, até ao final do ano, este número deverá ser substituído por 250 MW.

Já entre 2026 e 2030, deverá acrescentar ao seu portefólio eólico mais 2,1 GW, o 12.º maior salto previsto entre os 27 países da União Europeia, olhando ao horizonte que se estende até ao final desta década.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

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