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Economia

Um Governo cercado por todos os lados. Veja o “Semanário” desta semana

Jornal Económico ·
Um Governo cercado por todos os lados. Veja o “Semanário” desta semana

11 de setembro: Passos Coelho e um Governo em alerta máximo O dia assinalou os 25 anos dos ataques terroristas nos EUA mas por cá, as movimentações de Pedro Passos Coelho deixaram o Governo (e o PSD) em estado de alerta máximo e com poucas dúvidas de que o antigo primeiro-ministro continuará atento à atuação do Executivo liderado por aquele que foi em tempos o seu líder parlamentar.

Desta vez, a forte marcação ao Governo fez-se com a apresentação de um estudo estrutural sobre o crescimento do país, coordenado por Passos Coelhos, Sérgio Sousa Pinto e Nuno Botelho, presidente da Associação Comercial do Porto.

Conclusão: a baixa produtividade é o maior travão da economia e apenas cresce a uma média de 1,1% ao ano desde 1999.

Vêm aí propostas de reformas estruturais e o documento será entregue em Belém e São Bento lá para o final do ano.

12 de setembro: Um cabaz alimentar que não pára de subir A Índia acolheu a 18ª Cimeira dos BRICS com foco total no reforço da cooperação económica para combater as divisões geopolíticas a nível global que parecem estar a adensar-se.

Estes países também defenderam uma redução da dependência do dólar americano nas trocas comerciais globais.

O dia ficou marcado por pressão nos mercados de dívida com as obrigações do Tesouro dos EUA a estabilizarem perto da barreira crítica dos 5%, já a antecipar a subida das taxas de juro por parte da Reserva Federal (o que acabou por se confirmar).

Em Portugal, a subida de preço do cabaz reflete as crescentes dificuldades dos consumidores.

De acordo com estimativa da DECO, este cabaz encareceu pela terceira semana consecutiva.

13 de setembro: Há vinte anos que não se via nada assim… A instabilidade nos mercados veio para ficar com as taxas de juro das obrigações soberanas a longo prazo – destaque para as “treasuries” dos EUA e os “buns” alemães – a atingir valores que não eram vistos nos mercados há duas décadas.

Há uma série de fatores a influenciar este agravamento mas os analistas focam-se sobretudo na resiliência da inflação norte-americana, que se fixou nos 3,4% e dali não sai com a perspectiva (acertada) de que a Fed iria subir as taxas de juro.

Juros e custos de financiamento mais altos serão presença constante nos mercados financeiros.

14 de setembro: Trump em guerra com a Fed (outra vez…) Em janeiro deste ano, Trump considerou que Kevin Warsh era a “pessoa perfeita” para liderar a Fed e que seria, talvez, o melhor presidente da Reserva Federal.

Nove meses depois, o presidente norte-americano ainda mantém total confiança em Warsh, mesmo que o banco central norte-americano continue a decidir a desfavor do republicano, que quer esse trunfo para apresentar aos eleitores a dois meses nas eleições intercalares.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.

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