segunda-feira, 19 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
› Juros da dívida portuguesa sobem em todos os prazos› Aviso de manifestação pela habitação no Porto prolongado até ao final do ano› É trabalhador independente? Governo avisa que tem de entregar declaração› Protesto até dezembro e greve geral? Porto e Lisboa não desmontam tendas› Ministro do Interior francês admite perda de controlo da polícia› Sporting de Braga e Gil Vicente acertam calendário na I Liga de futebol› França bate Argentina nos penáltis e alcança inédito título mundial de hóquei em patins› Doze migrantes morreram em dois naufrágios na Grécia› EDP Renováveis assina acordo de longo prazo com empresa tecnológica› Combustíveis. Gasóleo volta a aumentar 4,5 cêntimos e gasolina baixa 1,5 cêntimos› Juros da dívida portuguesa sobem em todos os prazos› Aviso de manifestação pela habitação no Porto prolongado até ao final do ano› É trabalhador independente? Governo avisa que tem de entregar declaração› Protesto até dezembro e greve geral? Porto e Lisboa não desmontam tendas› Ministro do Interior francês admite perda de controlo da polícia› Sporting de Braga e Gil Vicente acertam calendário na I Liga de futebol› França bate Argentina nos penáltis e alcança inédito título mundial de hóquei em patins› Doze migrantes morreram em dois naufrágios na Grécia› EDP Renováveis assina acordo de longo prazo com empresa tecnológica› Combustíveis. Gasóleo volta a aumentar 4,5 cêntimos e gasolina baixa 1,5 cêntimos
Economia

Governo recebe sindicatos da função pública para negociar salários de 2027

Jornal Económico ·
Governo recebe sindicatos da função pública para negociar salários de 2027

O Governo volta hoje a reunir-se com as três federações sindicais da Administração Pública, naquela que é a segunda ronda de negociações no âmbito do processo negocial sobre a atualização geral dos salários dos funcionários públicos para 2027.

A Frente Sindical, liderada pelo Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE), é a primeira a ser recebida, pelas 09:30, seguindo-se a Federação dos Sindicatos da Administração Pública e de Entidades com Fins Públicos (Fesap), pelas 10:30, e a Federação Nacional dos Sindicatos dos Trabalhadores em Funções Públicas e Sociais (Frente Comum), pelas 16:00.

O acordo plurianual em vigor, assinado entre Governo, Fesap e STE, prevê aumentos salariais de 2,30%, com um mínimo de 60,52 euros em 2027.

A confirmar-se o cumprimento da meta prevista no acordo, a base remuneratória da administração pública subirá dos atuais 934,99 euros para 995,51 euros em 2027.

Os sindicatos da função pública reivindicam aumentos superiores para fazer face às perspetivas de aceleração da taxa de inflação, tendo apresentado as propostas reivindicativas ao Governo na primeira reunião no âmbito deste processo negocial, que decorreu 06 de outubro.

Em comunicado, o Ministério das Finanças manifestou-se disponível “para analisar as matérias apresentadas”, tendo em vista assegurar “soluções equilibradas que garantam o reforço do rendimento disponível e a melhoria contínua das condições de trabalho no Estado”.

A Fesap, afeta à UGT, propõe que a base remuneratória na função pública suba para 1.050 euros em 2027 e uma atualização mínima de 6,5% ou 95 euros para todos os trabalhadores.

A estrutura liderada por José Abraão, à semelhança do ano passado, volta também a exigir que o subsídio de alimentação seja aumentado para 10 euros por dia, isento de impostos.

O novo acordo em vigor dita que o subsídio de refeição, cujo valor se situa atualmente nos 6,15 euros, seja aumentado em 15 cêntimos por ano até 2029.

Já o STE, também afeto à UGT, reivindicou uma atualização das remunerações acima de 5%, além dos 2,3% ou 60,52 euros previstos no acordo plurianual, bem como uma antecipação do aumento do subsídio de alimentação previsto para 2028, de modo a que suba para 6,45 euros já no próximo ano.

A Frente Comum, por sua vez, defende um aumento salarial não inferior a 15%, num mínimo de 150 euros, para todos os trabalhadores e um aumento da base remuneratória da Administração Pública para 1.150 euros, com efeitos a 01 de janeiro de 2027.

A estrutura liderada por Sebastião Santana, afeta à CGTP, exige ainda o aumento do subsídio de refeição para 13 euros.

O Governo estima gastar mais 1.231 milhões de euros com as despesas com pessoal na Administração Pública no próximo ano, segundo o relatório que acompanha a proposta de Orçamento do Estado para 2027 (OE2027).

Ler a notícia completa no Jornal Económico ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em jornaleconomico.sapo.pt — o conteúdo pertence a Jornal Económico.

Este assunto em outros veículos

Mais de Jornal Económico

Ver tudo ›

Mais em Economia

Ver tudo ›