Escócia fecha a porta à recandidatura de Infantino
A tomada de posição foi motivada pela polémica proposta — entretanto abandonada — de privatizar parcialmente o Campeonato do Mundo através da criação da FIFA Forward Enterprise (FFE).
«A posição da SFA tem sido muito clara desde a reunião das associações-membro da UEFA. Estamos alinhados com a posição da UEFA. A UEFA falou sobre uma perda de confiança na FIFA, e concordamos plenamente com isso», afirmou Ian Maxwell, presidente da federação escocesa.
Com esta decisão, a Escócia junta-se ao grupo de federações europeias que retiraram o apoio ao líder da FIFA, ao lado de países como a Inglaterra, País de Gales, Irlanda, Países Baixos, Finlândia, Sérvia e Suécia.
Ainda que Infantino mantenha o apoio público de confederações como a CONMEBOL (Sul-americana) e a CAF (Africana), assim como de seis federações árabes e de países como Argentina, Marrocos, Bolívia, Equador e Venezuela, o presidente da FIFA encontra-se numa posição delicada na corrida às eleições, de 18 de março de 2027.
Sem opositores assumidos até à data, a entrega de candidaturas para o ato eleitoral de 2017 mantém-se em aberto até 18 de novembro.
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