quinta-feira, 8 de outubro de 2026 PortaisSobre🌓
🇵🇹 PT ▾
ÚLTIMA HORA
Últimas

As notícias das 3h

Observador ·
As notícias das 3h

Esta transcrição foi gerada automaticamente por Inteligência Artificial e pode conter erros ou imprecisões.

Muito boa noite. Volodymyr Zelensky vai reunir-se com o presidente dos Estados Unidos em Nova York, à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas. A informação é avançada pelo próprio presidente da Ucrânia, através da rede social X. Na publicação, o Zelensky diz que falou com Donald Trump e que os dois concordaram encontrar-se numa reunião, que segundo o líder ucraniano, poderá mudar muitas coisas. Zelensky adianta que há ideias para desescalar o conflito e para abordar problemas fundamentais de segurança com os Estados Unidos. Na Alemanha, hecatombe para o chanceler alemão Friedrich Merz. A CDU sofreu uma dupla derrota nas eleições regionais deste domingo, que aumenta ainda mais a pressão sobre o governo central. Na capital, Berlim, os conservadores perderam terreno para a esquerda radical. Já em Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental, no leste do país, o resultado ainda mais duro. A CDU obteve o pior resultado desde a Segunda Guerra Mundial, enquanto o partido de extrema-direita, a AFD, a Alternativa para a Alemanha, assume-se como a força mais votada. Na reação, Friedrich Merz fala num desastre e assume a responsabilidade política por estas derrotas. "Hoje assistimos a duas eleições com resultados muito diferentes. Não podemos amenizar o resultado em Mecklemburgo-Pomerânia Ocidental. É um desastre. A CDU lutou, mas no final acabou por ser esmagada no confronto entre o SPD e a AFD. As reformas têm de avançar. É claro que isto nos coloca a todos numa situação difícil, mas assumimos essa responsabilidade. Eu assumo essa responsabilidade porque quero fazer o nosso país avançar". Palavras de Friedrich Merz, na reação às pesadas derrotas da CDU em Mecklemburgo, na Pomerânia Ocidental e em Berlim. O chanceler alemão promete, ainda assim, não abandonar o cargo. Eleições também na Rússia, onde sem surpresas, o partido de Vladimir Putin venceu com a maioria dos votos. Estas são as primeiras eleições legislativas russas desde o início da invasão em larga escala da Ucrânia em 2022 e decorrem num contexto de forte controle político por parte do Kremlin. O último dia de votações ficou ainda marcado por ataques ucranianos com drones em território russo. Moscovo diz ter sido alvo de um dos maiores ataques deste tipo desde o início da guerra. O Rússia Unida, o partido liderado pelo presidente russo Vladimir Putin, conquistou cerca de 57% dos votos. Segundo a Comissão Eleitoral Central, o Partido Comunista da Rússia é a segunda força política mais votada, com cerca de 13%. Seguem-se os ultranacionalistas do Partido Liberal Democrático da Rússia e o Partido Liberal Novo Povo. Com estes resultados, a Rússia Unida de Putin mantém o domínio da Duma, a Câmara Baixa do Parlamento Russo. Na atualidade nacional, à sétima jornada do campeonato, o Futebol Clube do Porto continua invicto e é líder isolado na classificação. No primeiro clássico da temporada e a jogar em casa, os Dragões levaram a melhor sobre o Benfica. Por 3 x 1, os azuis e brancos abriram o marcador perto da meia-hora, com gol de Gabri Veiga.

Ler a notícia completa no Observador ›

Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.

Mais de Observador

Ver tudo ›

Mais em Últimas

Ver tudo ›