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Negócio com Lufthansa gera sinergias de 450 milhões, “a maioria na TAP”

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Negócio com Lufthansa gera sinergias de 450 milhões, “a maioria na TAP”

“É a primeira vez que compramos uma companhia aérea rentável”, afirmou o CEO da Lufthansa, Carsten Spohr, durante uma conferência telefónica com analistas e investidores.

O gestor diz mesmo que, “em termos de margem, a TAP é a mais rentável das companhias que integram o grupo” , que inclui ainda a Swiss, Austrian Airlines, Brussel Airlines, ITA e Eurowings.

As sinergias esperadas com o negócio somam 450 milhões .

A Lufthansa levou a melhor sobre a Air France-KLM e venceu a privatização de 49,9% da TAP (dos quais 5% preferencialmente para os trabalhadores) com uma oferta de 1.201 milhões de euros e o compromisso de investir até 4.000 milhões de euros no reforço da frota da companhia aérea portuguesa, que deverá crescer até 130 aviões após 2035.

Lufthansa espera aprovação “fácil” de compra da TAP Ler Mais O CEO da Lufthansa deixou elogios à TAP, afirmando que a companhia portuguesa tem uma das mais “novas e modernas frotas do mundo”.

Salientou também a importância que terá para o crescimento do grupo na América do Sul, referindo que a quota do grupo subirá de 6% para 20%, colocando o grupo a par da líder europeia, o grupo IAG , dono da Iberia e British Airways.

O grupo espera sinergias de até 450 milhões de euros , que serão possíveis de alcançar mesmo com uma participação de até 49,9%.

Rede e parcerias, comercial, contratação conjunta com fornecedores e manutenção e carga são as áreas onde a Lufthansa vê potencial para crescimento de receita e poupanças.

“A maior parte das sinergias estão ao nível da TAP e a mais pequena ao nosso nível” , afirmou o administrador executivo com o pelouro financeiro, Till Streichert.

Quanto ao impacto nos resultados do grupo, afirmou que será equivalente à proporção da participação na TAP, mais as sinergias do lado da Lufthansa.

O administrador financeiro referiu ainda que foi negociado um mecanismo para que o grupo alemão receba até 75% dos dividendos da TAP .

“Mesmo com uma participação minoritária, a operação criará valor, porque não existe uma grande sobreposição de rotas e hubs “, salientou Carsten Spohr.

Até porque o grupo é que ficará encarregue da gestão da TAP.

“A gestão do dia a dia será da Lufthansa.

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Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em eco.sapo.pt — o conteúdo pertence a ECO.

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