As notícias das 4h
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Boa noite. O PS dá luz verde à Comissão Parlamentar de Inquérito aos exames nacionais. Esta tarde, na Assembleia da República, o Partido Socialista tinha já admitido a necessidade de ouvir o ministro da Educação sobre os problemas com a digitalização dos exames. Depois, o Secretariado Nacional do PS propôs ao grupo parlamentar que votasse a favor. E já de viva voz, numa entrevista à Sic Notícias, o secretário-geral do partido, José Luís Carneiro, assumiu que o PS vai mesmo aprovar a comissão de inquérito aos problemas registados com os exames nacionais.
Nós viabilizaremos essa comissão de inquérito por dois motivos. Primeiro, há que esclarecer a relação entre o desmantelamento que foi feito de várias estruturas do Ministério da Educação e os seus efeitos, nomeadamente no caos que se instalou nos exames de acesso ao ensino superior. Por outro lado, por que se avançou de forma intempestiva para esta transição, não auscultando a opinião de quem teria alertado o próprio ministério que não havia condições para avançar?
O secretário-geral do PS, José Luís Carneiro, em entrevista à Sic Notícias. A Comissão Parlamentar de Inquérito foi proposta pelo Bloco de Esquerda, sendo que esta quarta-feira o presidente do Chega tinha já anunciado que o partido vai votar a favor. Agora o PS também se junta. A Comissão Parlamentar de Inquérito sobre o processo de classificação digital dos exames nacionais é votada já na sexta-feira. As confederações patronais afastam o aumento do salário mínimo para 2027, além do que já foi acordado, os € 960. Já o governo não diz que sim, nem que não. Esta quarta-feira foi dia de reunião da concertação social. No centro da discussão, esteve o Orçamento de Estado. Ainda se falou da transposição da diretiva europeia para a transparência social, mas mesmo fora da ordem de trabalhos, o ordenado mínimo foi o tema das declarações à comunicação social. Hugo Fernando de Oliveira.
Governo, patrões e sindicatos regressaram à concertação social de olhos postos no Orçamento do Estado. O salário mínimo não fazia parte da ordem de trabalhos, nem foi discutido durante o encontro. Ainda assim, Maria do Rosário Palma Ramalho garante:
O governo está sempre aberto a rever quaisquer acordos que tenha na concertação social. Neste momento, isso não está em cima da mesa. Basta que os parceiros peçam que esse ponto vá para cima da agenda, o que não pediram.
Ainda antes da reunião, a Confederação do Comércio e Serviços tinha dito que não se sente obrigada a cumprir o acordo de rendimentos e acusa o Estado de também não estar a cumprir. O presidente Gustavo Paulo Duarte não recua.
A posição é a mesma. Hoje não foi tema o salário mínimo nacional e, portanto, hoje não houve grande evolução relativamente à posição, mudar ou não mudar.
Resumo agregado pelo 5News a partir do feed público do veículo. A matéria completa, com todo o contexto, está em observador.pt — o conteúdo pertence a Observador.